Os
Protocolos dos Sábios de Sião
Livro perseguido, proibido, censurado,
vedado.Para ele não vale liberdade de expressão nem liberdade de
imprensa. Simples e definitivamente a humanidade não deve o ler. Porquê?A
QUEM incomoda tanto?Que grupos não querem que a verdade cristalina que
está por trás dos acontecimentos de nosso tempo seja sabida por todos?
Que razões (e façcões) tão poderosas justificam um fenômeno tão
antidemocrático?.
Texto completo e apostilado por Gustavo Barroso,
Presidente da Academia Brasileira de Letras,1936 (Revisto para a
internet 1997/1998)
A autenticidade desse documento é tão ÓBVIA
que os autores desejam afastar a todos da leitura do texto, em intermináveis
discussões sobre sua origem, para que se cansem e desistam de ler, para
que se percam em um labirinto de idéias e acabem por fazer seu jogo.
Desacreditar a todo o custo e ocultar a verdade é o jogo deles. Leia
primeiro, e depois, tire suas próprias conclusões. A maior prova de
autenticidade é a realização absoluta de todos esses planos,
fruto de ações muito bem tomadas, e que jamais poderiam ser previstas
com tanta precisão por nenhum falsificador há mais de um século. Aqui
estão as tendências que o mundo toma e continua seguindo, controlado já
por esses "Sábios do Sião". Agora já sabes o que o futuro
reserva e o que esses senhores tem em mente para os próximos anos.Agora
já sabes muito sobre os verdadeiros motivos e objetivos de tantos
absurdos da nossa era moderna.Um livro atualíssimo, que todas as
pessoas de visão devem tomar conhecimento.
CAPÍTULO I
Resumo.- O direito reside na força.
A liberdade é uma idéia. O liberalismo.
O ouro. A fé. A autonomia. O despotismo
do capital. O inimigo interno. A multidão.
A anarquia. A política e a moral. O direito
do mais forte. O poder judaico-maçônico é invencível.
O fim justifica os meios. A multidão é cega.
O alfabeto político. As discórdias dos partidos.
A forma de governo que melhor conduz ao
nosso fim é a aristocracia. As bebidas alcoólicas.
O classicismo. A devassidão. O princípio e as regras
do governo Judaico e franco-maçon. O terror.
Liberdade. Igualdade. Fraternidade.
O princípio do governo dinástico. A destruição
dos privilégios da aristocracia dos cristãos.
Cálculo psicológico. Abstração da liberdade.
Removibilidade dos representantes do povo
ABANDONANDO toda e qualquer fraseologia,
estudemos cada idéia em si mesma e esclareçamos a situação com comparações
e deduções.
Formularei,
portanto, nosso sistema do nosso ponto de vista e do ponto de vista dos
cristãos.
É preciso
ter em vista que os homens de maus instintos são mais numerosos que os de
bons instintos. Por isso se obtém melhores resultados governando os
homens pela violência e o terror do que com discussões acadêmicas. Cada
homem aspira ao poder, cada qual, se pudesse, se tornaria ditador ; ao
mesmo tempo, poucos são os que não estão prontos a sacrificar o bem
geral para conseguir o próprio bem.
Quem conteve as feras
chamadas homens? Quem os guiou até agora? No princípio da ordem social,
submeteram-se à força bruta e cega, e mais tarde, à lei, que é essa
força mascarada. Concluo, pois, de acordo com a lei da natureza, que o
direito reside na força (1).
A liberdade política é
uma idéia e não uma realidade. É preciso saber aplicar essa idéia,
quando for necessário atrair as massas populares ao seu partido com a
isca duma idéia , se esse partido formou o desígnio de esmagar o partido
que se acha no poder (nota: ex: Rev. Francesa). Esse problema torna-se fácil,
se o adversário recebeu esse poder da idéia de liberdade, do que se
chama liberalismo, e sacrifica um pouco de sua força a essa idéia. E eis
onde aparecerá o triunfo de nossa teoria: as rédeas frouxas do poder serão
logo tomadas, em virtude da lei da natureza, por outras mãos porque a força
cega do povo não pode ficar um dia só sem guia, e o novo poder não faz
mais do que tomar o lugar do antigo enfraquecido pelo liberalismo.
Nos dias que correm, o
poder do ouro substituiu o poder dos governos liberais. Houve tempo em que
a fé governou. A liberdade é irrealizável , porque ninguém sabe usar
dela dentro de justa medida. Basta deixar algum tempo o povo governar-se a
si mesmo para que logo essa autonomia se transforme em licença.
Então, surgem dissensões que em breve se transformam em batalhas sociais,
nas quais os Estados se consomem e em que sua grandeza se reduz a cinzas.
Se o Estado se esgota nas
suas próprias convulsões ou se suas comoções intestinas o põem a mercê
dos inimigos externos, pode ser considerado irremediavelmente perdido;
caiu em nosso poder. O despotismo do capital, intacto entre nossas mãos,
aparece-lhe como uma tábua de salvação, à qual, queira ou não queira,
tem de se agarrar para não ir ao fundo.
Aquele cuja
alma liberal quiser considerar esses raciocínios como imorais,
perguntarei: se todo Estado tem dois inimigos, e se lhe é permitido, sem
a menor pecha de imoralidade, empregar contra o inimigo externo todos os
meios de luta, como, por exemplo, não lhe dar a conhecer seus planos de
ataque ou defesa, surpreendê-lo à noite ou com forças superiores,
porque essas mesmas medidas, usadas contra um inimigo pior, que arruinaria
a ordem social e a propriedade, seriam ilícitas e imorais?
Um espírito equilibrado
poderá esperar guiar com êxito as multidões por meio de exortações
sensatas e pela persuasão, quando o campo está aberto à contradição,
mesmo desarrazoada, mas que parece sedutora ao povo, que tudo compreende
superficialmente? Os homens, quer sejam ou não da plebe, guiam-se
exclusivamente por suas paixões mesquinhas, suas superstições, seus
costumes, suas tradições e teorias sentimentais: são escravos da divisão
dos partidos que se opõem a qualquer harmonia razoável. Toda decisão da
multidão depende duma maioria ocasional ou, pelo menos, superficial; na
sua ignorância dos segredos políticos, a multidão toma resoluções
absurdas ; e uma espécie de anarquia arruina o governo.
A política nada tem de
comum com a moral. O governo que se deixa guiar pela moral não é político,
e portanto, seu poder é frágil. Aquele que quer reinar deve recorrer à
astúcia e à hipocrisia. As grandes qualidades populares - franqueza e
honestidade - são vícios na política, porque derrubam mais os reis dos
tronos do que o mais poderoso inimigo. Essas qualidades devem ser os
atributos dos reinos cristãos e não nos devemos deixar absolutamente
guiar por elas.
Nosso fim é possuir a força.
A palavra "direito" é uma idéia abstrata que nada justifica.
Essa palavra significa simplesmente isto: "Dai-me o que eu quero, a
fim de que eu possa provar que sou mais forte do que vós". Onde começa
o direito, onde acaba?
Num Estado em que o poder está mal
organizado, em que as leis e o governo se tornam impessoais por causa dos
inúmeros direitos que o liberalismo criou, veio um novo direito, o de me
lançar, de acordo com a lei do mais forte, contra todas as regras e
ordens estabelecidas, derrubando-as; o de por a mão nas leis, remodelando
as instituições e tornando-me senhor daqueles que abandonaram os
direitos que lhes dava a sua força, renunciando a eles voluntariamente,
liberalmente...
Em
virtude da atual fragilidade de todos os poderes, nosso poder será mais
duradouro do que qualquer outro, porque será invencível até o momento
em que estiver tão enraizado que nenhuma astúcia o poderá destruir...
Do mal
passageiro que ora somos obrigados a fazer nascerá o bem dum governo
inabalável, que restabelecerá a marcha regular do mecanismo das existências
nacionais perturbadas pelo liberalismo. O resultado justifica os meios.
Prestamos atenção aos nossos projetos, menos quanto ao bom e ao moral do
que quanto ao útil e ao necessário.
Temos diante de
nós um plano, no qual está exposto estrategicamente a linha de que não
nos podemos afastar sem correr o risco de ver destruído o trabalho de
muitos séculos.
Para achar os
meios que levam a esse fim, é preciso ter em conta a covardia, a
instabilidade, a inconstância da multidão, sua incapacidade em
compreender e discernir as condições de sua própria vida e de sua
prosperidade. É necessário compreender que a força da multidão é cega,
insensata, sem raciocínio, indo para a direita ou para a esquerda (2). Um
cego não pode guiar outro cego sem levá-lo ao precipício ; do mesmo
modo, os membros da multidão, saídos do povo,- embora dotados de espírito
genial, por nada entenderem de política não podem pretender guiá-la sem
perder a nação.
Somente um indivíduo preparado desde a
meninice para a autocracia é capaz de conhecer a linguagem e a realidade
políticas. Um povo entregue a si próprio, isto é, aos ambiciosos do seu
meio, arruina-se na discórdia dos partidos, excitados pela sede do poder,
e nas desordens resultantes dessa discórdia. É possível às massas
populares raciocinar tranqüilamente, sem rivalidades intestinas, dirigir
os negócios de um país que não podem ser confundidos com os interesses
pessoais? Poderão defender-se dos inimigos externos? É impossível. Um
plano, dividido por tantas cabeças quantas há na multidão, perde sua
unidade, tornando-se ininteligível e irrealizável.
Somente um
autocrata pode elaborar planos vastos e claros, pondo cada cousa em seu
lugar no mecanismo da estrutura governamental. Concluamos, pois, que um
governo útil ao país e capaz de atingir o fim a que se propõe, deve ser
entregue às mãos dum só indivíduo responsável. Sem o despotismo
absoluto, a civilização não pode existir ; ela não é obra das massas,
mas de seu guia, seja qual for (3). A multidão é um bárbaro que mostra
sua barbárie em todas as ocasiões. Logo que a multidão se apodera
da liberdade, transforma-a em anarquia, que é o mais alto grau de barbárie.
Vede esses
animais embriagados com aguardente, imbecilizados pelo álcool, a quem o
direito de beber sem limites foi dado ao mesmo tempo que a liberdade. Não
podemos permitir que os nossos se degradem a esse ponto... Os povos cristãos
estão sendo embrutecidos pelas bebidas alcoólicas ; sua juventude está
embrutecida pelos estudos clássicos e pela devassidão precoce a que a
impelem nossos agentes, professores, criados, governantes de casas ricas,
caixeiros, mulheres públicas nos lugares onde os cristãos se divertem.
(4). No número das últimas, incluo também as mulheres de boa vontade a
devassidão e o luxo das perdidas.
Nossa palavra de ordem
é: Força e Hipocrisia. Somente a força pode triunfar na política,
sobretudo se estiver escondida nos talentos necessários aos homens de
Estado. A violência deve ser um princípio ; a astúcia e a hipocrisia,
uma regra para os governos que não queiram entregar sua coroa aos agentes
de uma nova força. Esse mal é o único meio de chegar ao fim, o bem. Por
isso não nos devemos deter diante da corrupção, da velhacada e da traição,
todas as vezes que possam servir as nossas finalidades. Em política, é
preciso saber tomar a propriedade de outrem sem hesitar, se por esse meio
temos de alcançar o poder.
Nessa conquista pacífica, nosso
Estado tem o direito de substituir os horrores da guerra pelas condenações
à morte, menos visíveis e mais proveitosas para conservar o terror (5)
que obriga os povos a obedecerem cegamente. Uma severidade justa, mas
inflexível, é o maior fator da força dum Estado ; não é somente nossa
vantagem, porém nosso dever, para obter a vitória, seguir esse programa
de violência e hipocrisia. Semelhante doutrina, baseada no cálculo, é tão
eficaz quanto os meios que emprega. Não só por esses meios, mas também
por essa doutrina de severidade, nós triunfaremos e escravizaremos todos
os governos ao nosso supremo governo (6). Bastará que se saiba que somos
inflexíveis para que cesse toda insubordinação.
Fomos nós os primeiros que, já na antigüidade (7), lançamos ao povo as
palavras "Liberdade, Igualdade, Fraternidade" (8), palavras
repetidas tantas vezes pelos papagaios inconscientes que, atraídos de
toda a parte por essa isca, dela somente tem usado para destruir a
prosperidade do mundo, a verdadeira liberdade individual, outrora tão bem
garantida dos constrangimentos da multidão. Homens que se julgavam
inteligentes não souberam desvendar o sentido oculto dessas palavras, não
viram que se contradizem, não repararam que não há igualdade na
natureza, (9), que nela não pode haver liberdade, que a própria natureza
estabeleceu a desigualdade dos espíritos, dos caracteres e das inteligências,
tão fortemente submetidos às suas leis ; esses homens não sentiram que
a multidão é uma força cega ; que os ambiciosos que elege são tão
cegos em política quanto ela ; que o iniciado, por mais tolo que seja,
pode governar, enquanto que a multidão dos não-iniciados, embora cheia
de gênio, nada entende da política. Todas essas considerações não
abrolharam no espírito dos cristãos ; entretanto, é nisso que repousa o
princípio dinástico dos governos ; o pai transmite ao filho os segredos
da política, desconhecidos fora dos membros da família reinante, a fim
de que ninguém os possa trair. Mais tarde, o sentido da transmissão
hereditária dos verdadeiros princípios da política se perdeu. O êxito
de nossa obra aumentou.
Todavia, no
mundo, as palavras Liberdade, Igualdade, Fraternidade puseram em nossas
fileiras, por intermédio de nossos agentes cegos, legiões inteiras de
homens que arvoraram com entusiasmo nossos estandartes. Contudo, tais
palavras eram os vermes que roíam a prosperidade dos não-judeus,
destruindo por toda a parte a paz, a tranqüilidade, a solidariedade,
minando todos os alicerces de seus Estados. Vereis pelo que se segue
como isso serviu ao nosso triunfo ; isso nos deu, entre outras cousas, a
possibilidade de obter o triunfo mais importante, isto é, a abolição
dos privilégios, a própria essência da aristocracia dos cristãos, o único
meio de defesa que tinham contra nós os povos e as nações. (10). Sobre
as ruínas da aristocracia natural e hereditária, elevamos nossa
aristocracia da inteligência e das finanças. Tomamos por critério dessa
nova aristocracia a riqueza, que depende de nós, e a ciência, que é
dirigida por nossos sábios.
Nosso triunfo foi
ainda facilitado pelo fato de, nas nossas relações com os homens de quem
precisamos, sabermos tocar as cordas mais sensíveis da alma humana : o cálculo,
a avidez, a insaciabilidade dos bens materiais, todas essas fraquezas
humanas, cada qual capaz de abafar o espírito de iniciativa, pondo a
vontade dos homens à disposição de quem compra sua atividade.
A idéia abstrata da liberdade deu a
possibilidade de persuadir ás multidões que um governo não passa de
gerente do proprietário do país, que é o povo, podendo-se mudá-lo como
se muda de camisa.
A removibilidade dos representantes
do povo coloca-os à nossa disposição ; els dependem de nossa escolha.
documentação, registros e comentários
(1) é o conceito judaico do direito naturalista de
Espinoza. A conferir com a famosa declaração, em discurso, de Stalin:
"Nós, os comunistas, não reconhecemos nenhuma lei moral que de
qualquer modo prejudique a liberdade de ação do plano central da
revolução".
Esta declaração dos "Protocolos", de que
o direito reside na força, está de acordo com o Talmud, que, segundo as
palavras do Prof. Cohen, em abril de 1833, citadas às páginas 62 e 63 do
"Lichststrahlen am den Talmud", ("raios de luz do
Talmud"),
de Dinter, "deve ser considerado, ainda hoje, como a
única fonte da moral judaica" e como "a fonte judaica das leis
judaicas". O escritor judeu Kadmi Cohen, com efeito, no seu livro
"Nômades", págs. 52-53, diz que " o direito talmúdico
nega o fato e exalta a vontade". Cita o próprio texto talmúdico que
completa o conceito de residir o direito na força: Ein davar havened
Bifnei haraçon, o que quer dizer: Nada pode resistir à vontade.
Em contraposição, o direito romano-cristão se baseia em três preceitos
morais: Honeste vivere, viver honestamente; neminem laedere,
não lesar a ninguém; e suum cuique tribuere, dar o seu ao seu
dono. A diferença é substancial e evidente.
(2)Cf. René Guénon, "La crise du
monde moderne", edição Bossard, Paris, 1927, pág. 185 : "A
massa, sem dúvida, foi sempre conduzida deste ou daquele modo, podendo-se
concluir, porque ela não passa dum elemento passivo, que é uma matéria
no sentido aristotélico".
(3)Cf. E. Eberlin, escritor judeu,
no "Les Juifs d'Aujourd'hui", edição Rider, Paris, 1927, pág.
41: "A alta burguesia judaica pretende impor seus pontos de vista,
aonde possa, à massa popular". (Eles mesmo admitindo...)
(4) O tráfico das brancas e dos
entorpecentes (já na época), a prostituição em larga escala,
devidamente industrializada (já na época), é obra reconhecidamente
judaica. Há uma sociedade internacional denominada "Zwig Migdal",
que explora esse rendoso negócio e contra a qual têm sido impotentes as
polícias dos Estados Modernos, corrompidos ou judaizados e liberais. Ver
a documentação reveladora em Julio Alsogaray, "La prostitutión en
Argentine", ed Denoel et Steele, Paris.
(5) O papa Bento XV compreendeu
isso admiravelmente e preveniu a cristandade em sua epístola Motu
Proprio: "Eis que amadurece a idéia e que a todos os piores fatores
de desordem ardentemente se devotam e da qual esperam a realização, o
advento duma República Universal, baseada nos princípios da
igualdade absoluta dos homens e na comunhão dos bens, da qual seja banida
qualquer distinção de nacionalidades e que não reconheça nem a
autoridade do pai sobre os filhos, nem a do poder público sobre os cidadãos,
nem a de Deus sobre a sociedade humana. Postas em prática, tais teorias
devem desencadear um regime de inaudito terror"....
(6) A República Universal, sem autoridade, isto é, com a
violência no lugar da autoridade, a que aludiu Bento XV.
(7)Cf. Kadmi-Cohen,"Nômades",
pág. 72: "Assim, nos corações semitas, para falar como Ibn Kaldun,
floresciam como realidades vivas a Liberdade e a Igualdade, esses dois
princípios gêmeos que, depois não passaram de letras maiúsculas
inscritas nos preâmbulos das constituições e na fachada dos edifícios
públicos".
(8) Cf. Bernard Lazare, "L'Antisemitisme", vol
II, págs 175-176: "...os judeus acreditaram, não somente que a
justiça, a liberdade e a igualdade podiam ser soberanas do mundo, mas se
julgaram com a missão especial de trabalhar para esse reino. Todos os
desejos, todas as esperanças que estas três idéias faziam nascer
acabaram por se cristalizar em torno duma idéia central: a dos tempos
messiânicos."
(9) Ver René Guénon, "Orient et Ocident", pág.
64: "O preconceito quimérico da igualdade vai de encontro aos
fatos mais bem estabelecidos na ordem intelectual como na ordem física:
é a negação de toda a hierarquia natural e o rebaixamento de todo o
reconhecimento ao entendimento limitado do vulgo".
(10) Um autor judeu reconhece isso, Jack London,
quando escreve à página 206 do "Le Peuple de L'Abime": "Os
grandes senhores feudais de antanho, gigantes louros da história,
marchavam à frente nas batalhas. Sacrificavam sua pessoa, lutando
duramente para ganhar suas esporas de ouro, fendendo os inimigos ao meio.
Havia mais nobreza em manejar a espada de gume de aço do que em
enriquecer, como hoje, comodamente sem risco, à custa do embrutecimento
humano e da exploração feroz dos párias da vida".
CAPÍTULO
II
Resumo. - As guerras econômicas são
a base da supremacia judaica. A administração
visível e os "Conselheiros Secretos". O êxito
das doutrinas destruidoras. A assimilação
na política. O papel da imprensa.O preço do
ouro e o valor das vítimas judaicas
PRECISAMOS que as guerras não dêem, tanto
quanto possível, vantagens territoriais(1). Transportada, assim, a guerra
para o terreno econômico, as nações verão a força de nossa supremacia
(2), e tal situação porá ambas as partes à disposição de nossos
agentes internacionais, que têm milhares de olhos e que nenhuma fronteira
pode deter. Então, nossos direitos internacionais apagarão os direitos
nacionais, no sentido próprio da expressão, governando os povos, do
mesmo modo que o direito civil dos Estados regula as relações entre seus
súditos.
Os
administradores, escolhidos por nós no povo, em razão de suas aptidões
servis, não serão indivíduos preparados para a administração do país.Assim,
facilmente se tornarão peões de nosso jogo, nas mãos de nossos sábios
e geniais conselheiros, de nossos especialistas, educados desde a infância
para administrar os negócios do mundo inteiro (3). Sabeis que nossos
especialistas reuniram as informações necessárias para administrar
segundo nossos planos, tirando-as das experiências da história e
do estudo de todos os acontecimentos notáveis.
Os
cristãos(4) não se guiam pela prática de observações imparciais
tiradas da história, mas pela rotina teórica, incapaz de atingir
qualquer resultado real. Por isso, não devemos contar com eles ; que se
divirtam ainda durante algum tempo, vivendo de esperanças ou de novas
diversões, ou ainda da saudade dos divertimentos que tiveram.
Deixemo-los acreditar na importância das leis científicas que lhes
inculcamos - meras teorias. É com esse fim que constantemente aumentamos
por intermédio de nossa imprensa sua confiança cega nessas leis. A
classe intelectual dos cristãos ficará cheia de orgulho com esses
conhecimentos, e sem os examinar logicamente, porá em ação todos os
dados dessa ciência reunidos pelos nossos agentes para guiar seu espírito
pelo rumo que precisamos.
Não julgueis nossas afirmações sem base ; reparai no êxito que
soubemos criar para o Darwinismo, o Marxismo, o Nietzchismo. Pelo menos
para nós, a influência deletéria dessas tendências deve ser evidente
(5).
Temos necessidade de contar com as idéias, os caracteres, as tendências
modernas dos povos para não cometermos erros na política e na administração
dos negócios. Nosso sistema, cujas partes podem ser expostas
diferentemente segundo os povos que encontremos em nosso caminho,
somente pode dar resultado se sua aplicação for baseada nos resultados
do passado confrontados com o presente.
Os Estados modernos
possuem uma grande força criadora : a imprensa. O papel da imprensa
consiste em indicar as reclamações que se dizem indispensáveis, dando a
conhecer as reclamações do povo, criando descontentes e sendo seu órgão.
A imprensa encarna
a liberdade da palavra. Mas os Estados não souberam utilizar essa força
e ela caiu em nossas mãos(6). Por ela, obtivemos influência, ficando
ocultos; graças a ela, ajuntamos o ouro em nossas mãos, a despeito
das torrentes de sangue e de lágrimas que nos custou conseguí-lo...
Resgatamos isso, sacrificando muitos dos nossos. Cada uma de nossas vítimas,
diante de Deus, vale milhares de cristãos.
_______________Notas e comentários_______________ (1)
Discurso do maçon Corneau, grau 33, presidente do Conselho da Ordem do
Grande Oriente na França, na sessão de 28 de junho de 1917, do Congresso
Maçônico em Paris : "A guerra se transformou em formidável luta
das democracias organizadas contra as potências militares e despóticas."
No mesmo discurso, afirmou que a guerra não passava de simples etapa
da Revolução Social. A confissão de que a guerra é desencadeada
pelas forças ocultas mediante um plano de ação desconhecido se
encontra no mesmo Congresso Maçônico, no discurso do maçon Lebey,
Secretário da Ordem: "De Waterloo a Sedan, de Sedan ao Marne, de
Lafayette a Washington e de Washington ao Presidente Wilson e ao Marechal
Joffre, uma lógica obscura parece levar o mundo a um fim ignorado.
" (note de quem parte tais declarações). V. Valéry-Radot , "Les
temps de la colère" , e Leon de Poncins, "La dictadure des
puissances occultes", edição Beauchesne, Paris , 1934, págs
196-197.
(2) Essa supremacia está confirmada pelo judeu
Bernard Lazare, no seu livro "L'Antisemitisme", vol. II, pág.
253, com estas palavras : "Constituídos num corpo solidário, os
judeus abrem facilmente caminho na sociedade atual, relaxada e desunida.
Se os milhões de cristãos que os rodeiam praticassem o apoio mútuo em
lugar da luta egoísta, a influência do judeu seria logo esmagada; mas não
o praticam e o judeu deve, senão dominar, como dizem os
anti-semitas, ter o máximo das vantagens sociais e exercer essa espécie
de supremacia contra a qual o anti-semitismo protesta, sem a poder abolir,
porque ela depende não só da classe burguesa judaica, mas da classe
burguesa cristã."
(3)H.de Balzac, "Les illusions perdues",
tomo III: "Há duas histórias, a oficial, mentirosa, e a secreta, em
que estão as verdadeiras causas dos acontecimentos". É por essa razão
que René Guénon diz o seguinte à pág 25 de "Orient et Occident":
"A verdadeira história pode ser perigosa para certos interesses políticos".
(4) Empregamos a palavra cristão e cristãos
todas as vezes que encontramos no texto dos protocolos os termos judaicos
"goy" e " goiym".
Segundo o erudito Saint-Yves d'Alveydre, no
"L'Archéometre", assim os hebreus designam "O povo inorgânico
privado de organização direta em proveito dum Estado político que lhe
imponham letrados parasitários". Esse significado
quadra admiravelmente bem com o pensamento dos "Protocolos".
(5) René Guénon observou e estudou
admiravelmente esta questão da ciência que nos é imposta de acordo com
os "Protocolos". Consultar "Orient et Occident", pág.20
:"Negando ou ignorando todo conhecimento puro ou supra-racional, a ciência
abriu caminho que devia levar lógicamente, dum lado, ao positivismo e ao
agnosticismo, que produzem a mais estreita limitação da inteligência e
seu objeto: do outro, a todas as teorias sentimentalistas e voluntariosas
que se esforçam em criar no infra-racional o que a razão não lhes pode
dar." Idem, pág.65: "A meia ciência assim adquirida, (pela
vulgarização), é mais nefasta do que a ignorância pura e simples,
pois mais vale nada saber do que estar com o espírito abarrotado de idéias
falsas..."
(6) O domínio do judaísmo na imprensa, nas agências de informação,
de publicidade e distribuição de livros e jornais é notória.
CAPÍTULO III
Resumo.- A serpente simbólica e sua
significação. Instabilidade do equilíbrio
constitucional. O terror nos palácios.
O poder e a ambição. As máquinas de falar
dos parlamentos, os panfletos. Os abusos do poder
.A escravidão econômica. "A verdade do povo".
Os açambarcadores e a aristocracia. O exército
dos franco-maçons judeus. A degenerescência
dos cristãos. A fome e o direito do capital
.A vinda e a coroação do "Senhor Universal".
O objeto fundamental do programa das futuras
escolas populares dos franco-maçons.
O segredo da ciência da ordem social.
Crise econômica geral. Segurança dos "nossos".
O despotismo dos franco-maçons é o reinado da razão
.Perda dum guia. A franco-maçonaria e
a "grande" revolução francesa
.O rei déspota é do sangue de Sião.
Causas da invulnerabilidade da
franco-maçonaria. A Liberdade.
POSSO hoje anunciar-vos que estamos perto do fim.
Ainda um pouco de caminho e o círculo da Serpente Simbólica, que
representa nosso povo, será encerrado. Quando esse círculo se encerrar,
todos os Estados estarão dentro dele, fortemente emoldurados. O
equilíbrio constitucional será em breve destruído, porque o temos
falseado, a fim de que não cesse de inclinar-se para um lado e outro até
gastar-se completamente (1). Os cristãos julgavam ter construído bem
solidamente esse equilíbrio e esperavam que os pratos da balança
continuassem no mesmo nível. Mas, infelizmente para os cristãos, as
pessoas reinantes são rodeadas por seus prepostos, que fazem tolices e se
deixam levar pelo seu poder sem controle e sem responsabilidade. Devem
esse poder ao terror que reina nos palácios. As pessoas reinantes, não
tendo mais contacto com seu povo, nada podem concertar com ele,
fortalecendo-se contra os indivíduos que aspiram ao poder. A força
clarividente das pessoas reinantes e a força cega do povo, divididas por
nós, perderam sua importância ; separadas, são tão cegas como um cego
sem o seu bordão (2)
Para impelir os ambiciosos a abusar do poder, opusemos umas às outras
todas as forças, desenvolvendo todas as suas tendências liberais para a
independência... Encorajamos para esse fim todas as tendências, armamos
todos os partidos e fizemos do poder o alvo de todas as ambições.
Transformamos os Estados em arenas onde reinam os distúrbios... Dentro de
pouco tempo, as desordens e bancarrotas surgirão por toda a parte (3).
Os falastrões
inesgotáveis transformaram as sessões dos parlamentos e as reuniões
administrativas em prélios oratórios. Jornalistas audaciosos e panfletários
cínicos atacam diariamente o pessoal administrativo. Os abusos do poder,
finalmente, prepararão a queda de todas as instituições, e tudo será
destruído pela multidão enlouquecida.
Os povos estão
mais escravizados ao trabalho pesado do que no tempo da servidão e da
escravidão. É possível livrar-se de um modo ou de outro da escravidão
e da servidão. É possível compactuar com ambas. Mas é impossível
livrar-se da miséria. Os direitos que inscrevemos nas constituições são
fictícios para as massas ; não são reais. Todos esses pretensos
""direitos do povo" somente podem existir no espírito e são
para sempre irrealizáveis. Que vale para o proletário curvado sobre seu
trabalho, esmagado pela sua triste sorte, o direito dado aos falastrões
de falar, ou o direito concedido aos jornalistas de escrever toda espécie
de absurdos misturados com cousas sérias, desde que o proletariado não
tira das constituições outras vantagens senão as miseráveis migalhas
que lhe lançamos de nossa mesa em troca dum sufrágio favorável às
nossas prescrições, aos nossos prepostos e aos nossos agentes? Para o
pobre diabo, os direitos republicanos são uma ironia amarga: a
necessidade dum trabalho quase cotidiano não lhe permite gozá-los ; em
compensação, tiram-lhe a garantia dum ganho constante e certo, pondo-o
na dependência das greves, dos patrões e dos camaradas.
Sob a
nossa direção, o povo destruiu a aristocracia, que era sua protetora e
sua ama de leite natural, porque seu interesse era inseparável do
interesse do povo. Agora que a aristocracia foi destruída, ele caiu sob o
jugo dos açambarcadores, dos velhacos enriquecidos, que o oprimem de modo
impiedoso.
Nós
aparecemos ao operário como os libertadores desse jugo, quando lhe
propusermos entrar nas fileiras do exército de socialistas (4) ,
anarquistas e comunistas que sempre sustentamos sob o pretexto de
solidariedade entre os membros de nossa franco-maçonaria social. A
aristocracia, que gozava de pleno direito do trabalho dos operários,
tinha interesse em que os trabalhadores estivessem fartos, fossem sadios e
fortes. Nosso interesse, ao contrário, é que os cristãos degenerem.
Nosso poder reside na fome crônica, na fraqueza do operário, porque tudo
isso o escraviza à nossa vontade, de modo que ele fique sem poder, força
e energia de se opor a ela. A fome dá ao capital mais direitos sobre o
operário do que a aristocracia recebia do poder real e legal.
Pela miséria e o
ódio invejoso que dela resulta, manobramos as multidões e nos servimos
de suas mãos para esmagar os que se oponham aos nossos desígnios.
Quando chegar a
hora de ser coroado nosso soberano universal, essas mesmas mãos varrerão
todos os obstáculos que se lhe anteponham.
Os cristãos
perderam o hábito de pensar fora de nossos conselhos científicos. Por
isso, não enxergam a necessidade urgente de fazer o que nós faremos,
quando chegar o nosso reinado, isto é, ensinar nas escolas primárias a
primeira de todas as ciências, a única verdadeira das ciências da ordem
social, da vida humana, da existência social, que exige a divisão do
trabalho, e por conseguinte, a divisão dos homens em classes e condições
(5).
É preciso
que cada um saiba que não pode existir igualdade em virtude das diversas
atividades a que cada qual é destinado ; que todos não podem ser
igualmente responsáveis perante a lei ; que, por exemplo, a
responsabilidade não é a mesma naquele que, pelos seus atos, compromete
toda uma classe, e naquele que somente atinge a sua honra. A verdadeira ciência
da ordem social, em cujo segredo não admitimos os cristãos, mostraria a
todos que o lugar e o trabalho de cada um devem ser diferentes, para que não
haja uma fonte de tormentos em conseqüência da falta de correspondência
entre a educação e o trabalho. Estudando essa ciência, os povos
obedecerão de boa vontade aos poderes e à ordem social estabelecida por
eles no Estado. Ao contrário, no estado atual da ciência, tal qual a
fizemos, o povo, acreditando cegamente na palavra impressa, em conseqüência
dos erros insinuados à sua ignorância, é inimigo de todas as condições
que julga acima dele, porque não compreende a importância de cada condição.
Essa inimizade aumentará
ainda em virtude da crise econômica que acabará por parar as operações
da Bolsa e a marcha da indústria.
Quando criarmos,
graças aos meios ocultos de que dispomos por causa do ouro, que se acha
totalmente em nossas mãos, uma crise econômica geral, lançaremos à rua
multidões de operários, simultaneamente, em todos os países da Europa.
(6)
Essas multidões
por-se-ão com voluptuosidade a derramar o sangue daqueles que invejam
desde a infância na simplicidade de sua ignorância e cujos bens poderão
então saquear (7)
Elas não
tocarão nos nossos, porque conheceremos de antemão o momento do ataque e
tomaremos medidas acauteladoras. (8)
Afirmamos que
o progresso submeteria todos os cristãos ao reinado da razão. Será esse
o nosso despotismo, que saberá acalmar todas as agitações com justas
severidades, extirpando o liberalismo de todas as instituições.
Quando o povo
viu que lhe faziam tantas concessões e complacências em nome da
liberdade, julgou que era amo e senhor, e se lançou sobre o poder ; porém,
naturalmente, foi de encontro, como um cego, a muitos obstáculos ; pôs-se
a procurar um guia, não teve a idéia de voltar ao antigo e depôs todos
os poderes aos nossos pés. Lembrai-vos da revolução francesa, a que
demos o nome de "grande" ; os segredos de sua preparação nos são
bem conhecidos, porque ela foi totalmente a obra de nossas mãos (9).
Desde então,
levamos o povo de decepção em decepção, a fim de que renuncie mesmo a
nós, em proveito do rei-déspota do sangue de Sião, que preparamos para
o mundo (10).
Atualmente
somos invulneráveis como força internacional, porque quando nos atacam
em um Estado, somos defendidos nos outros. A infinita covardia dos
povos cristãos, que rastejam diante da força, que são impiedosos para a
fraqueza e para os erros, porém indulgentes para os crimes, que não
querem suportar as contradições da liberdade, que são pacientes até o
martírio diante da violência dum despotismo ousado, tudo isso favorece
nossa independência. Sofrem e suportam dos primeiros ministros de hoje
abusos pelo menor dos quais teriam decapitado vinte reis.
Como explicar
tal fenômeno e tal incoerência das massas populares em face dos
acontecimentos que parecem da mesma natureza ?
Esse fenômeno
se explica pelo fato de fazerem esses ditadores - primeiros ministros -
dizerem baixinho ao povo que, se causam mal aos Estados, isto é com o
fito de realizar a felicidade dos povos, sua fraternidade internacional, a
solidariedade, os direitos iguais para todos. Naturalmente, não se lhe
diz que essa unidade será feita sob nossa autoridade.
E eis como o povo
condena os justos e absolve os culpados, persuadindo-se cada vez mais que
pode fazer o que lhe der na veneta. Nessas condições, o povo destrói
toda estabilidade e cria desordens a cada passo.
A palavra
"liberdade" põe as sociedades humanas em luta contra toda força,
contra todo poder, mesmo o de Deus e o da natureza. Eis porque, no nosso
domínio, excluiremos essa palavra do vocabulário humano por ser o princípio
da brutalidade que transmuda as multidões em animais ferozes. É verdade
que essas feras adormecem logo que se embriagam com sangue, sendo, então,
fácil encadeá-las. Mas se não lhes der sangue, não adormecem e lutam
(11).
_______________Notas e comentários_______________
(1) Esse equilíbrio é a famosa Harmonia dos
poderes, tão ao agrado dos constitucionalistas modernos. O poder, que é
um só, foi dividido em três, e às vezes, em quatro: judiciário,legislativo,
executivo e moderador. Na luta pela imposição da ordem, ou dos
interesses, fatal e naturalmente um deles se hipertrofia e se sobreleva os
outros. Daí a situação falsa que se cria nos Estados, não
correspondendo a realidade governamental nunca ao que teoricamente a
constituição preceitua.
(2) Eberlin, escritor judeu, "Les
Juifs", pág.191 : "Os judeus estão em toda a parte. Não
passam de 1% da população terrestre, e todavia, são os iniciados e os
primeiros adeptos de qualquer obra política, econômica e social".
(3) É preciso não esquecer - declara o
imparcialíssimo G. Batault em "Le problème Juif", págs.
55-56, "que a história da civilização há dois mil anos é
dominada por uma luta sem tréguas, com diversas alternativas e reveses,
entre o espírito judaico e o espírito greco-romano".
(4) E. de Leveleye, "Le socialisme
contemporain", Paris, 1902, pág. 49, nota: "Os israelitas foram
quase por toda a parte os iniciadores ou os propagadores do
socialismo". A mesma opinião se encontra em Michels, "Les
partis politiques", Paris, 1914, pág. 180: "O movimento
socialista contemporâneo, apesar de seu rótulo, de suas pretensões
científicas e de sua fraseologia tomada de empréstimo aos costumes e ao
gosto do tempo, deve ser considerado, do ponto de vista ideológico, como
uma espécie de movimento messiânico, porque está todo imbuído de
concepções judaicas, todo penetrado de espírito israelita e nele os
judeus exercem tão grande papel que se pode dizer preponderante."
(5) Porque os movimentos nacionalistas e
corporativistas ensinam isso, os judeus e seus sócios de empreitada,
judaizantes, judaizados e altos maçons os odeiam de morte
(6) A realização dessa profecia documenta a
veracidade dos "Protocolos". Com efeito, segundo os cálculos
fidedignos de F. Fried em "La fin du capitalisme", havia, no
mundo em 1931, vinte e dois milhões de desempregados!!!(**lembrando a
população mundial da época, nos países industrializados**) O resultado
foram as chamadas "marchas da fome" por toda a parte...
(7) Confira-se o que se passou na Itália, antes
de Mussolini; na Alemanha, antes de Hitler; na Inglaterra, na França, na
Áustria, na Espanha, nos Estados Unidos. Compare-se com as várias
marchas da fome em diversos países. Será possível negar a evidência do
plano revelado dezenas de anos antes?
(** o mesmo vale para os dias atuais. Confira a realização exata do
plano nos dias atuais, um século depois.Como poderiam 2 obsuros agentes
da polícia secreta Czarista prever com precisão absoluta um século?
Como os judeus podem negar o livro se eles cumprem exatamente todas as ações
descritas nele???E sempre mantendo a mesma direção??Como negar um
FLAGRANTE?**)
(8) Confira-se com as medidas acauteladoras dos bens dos Rothschild
durante os incêndios e saques da Comuna de Paris, em 1871, segundo
Salluste, "Les Origines Secrètes du Bolchevisme".
(9) A pág. 102 da notável obra "Les temps
de la colère", Valéry-Radot chama as revoluções liberais da
Europa, sem exceção, "revoluções judaicas". Tem toda a razão.
Senão vejamos: Na "Iudische Rundschau", revista judaica,
nº4, de 1920, o líder judeu Dr. Caim Weissmann afirma categoricamente:
"Nossa força construtiva se transformará em força destrutiva
e poremos o mundo inteiro em estado de fermentação"
É preciso dizer mais alguma coisa?
Não há mais clara confirmação dos "Protocolos" pela pena de
um próprio judeu!O judeu Marcus Elias Ravage, num artigo do nº de
janeiro de 1928 do "Century Magazine" assegura: "Tomai as
três principais revoluções dos tempos modernos, a revolução francesa,
a norte-americana e a russa. Serão outra coisa senão o triunfo da idéia
judaica de justiça social, política e econômica?"
Outra vez uma declaração sem comentários.
Recorramos ao judeu Bernard Lazare, no seu livro
"L'Antisémitisme", vol. I, pág. 247: "A Assembléia
constituinte obedeceu ao espírito que a guiava desde suas origens, quando
a 27 de setembro de 1791, declarou que os judeus gozariam em França dos
direitos de cidadãos..." No vol. II, pág.7-8, "Esse decreto
estava preparado de longa data, preparado pelo trabalho da comissão
nomeada, pelos escritos de Lessing e Dohm, pelos de Mirabeau e
Gregoire. Era o resultado lógico dos esboços tentados desde alguns anos
pelos judeus e os filósofos. Mendelsohn, (o judeu Ben Moisés),
na Alemanha, fora seu promotor, e mais adiante, defensor. E foi em Berlim,
nos salões de Henriqueta de Lemos (judia de origem portuguesa),
que Mirabeau se inspirou no convívio de Dohm".
No mesmo volume, pág. 9: "A judiaria se reunia em Berlim com a
mocidade revolucionária alemã nos salões de H. de Lemos e de Raquel de
Varnhagen (outra judia)"
À pág. 48, Bernard Lazare completa suas magníficas revelações:
"Antes de tudo, a Revolução Francesa foi uma revolução econômica.
Se pode ser considerada o termo duma luta de classes, deve-se também ver
nela o resultado duma luta entre duas formas de capital, o capital imobiliário
e o capítal-móvel, o capital real e o capital industrial e agiota. Com a
supremacia da nobreza desapareceu a supremacia do capital rural, e a
supremacia da burguesia permitiu a supremacia do capital industrial e
agiota. A emancipação do judeu está ligada à história da preponderância
desse capital industrial.
O
caráter internacional e judaico da Revolução Francesa não escapou, há
mais de um século, à observação do cavalheiro de Malet, na sua obra
"Recherches historiques et politiques qui prouvent l'existence d'une
secte révolutionnaire, son antique origine, son organisation, ses moyens,
ainsi que son but; et devoilent entierèment l'unique cause de la Révolution
Française", Paris, edição Gide Fils, 1817. Eis o que ele diz:
"Existe uma nação especial que nasceu e cresceu nas trevas,
no meio de todas as nações civilizadas, com o fim de submetê-las todas
ao seu domínio". (escrito em 1817!)
O
imparcialíssimo Batault escreve à página 148 de seu livro já citado:
"Depois, veio a Revolução Francesa, que trouxe aos judeus sua
emancipação na França e a preparou ao estrangeiro." Daí as revoluções
judaicas de Valéry-Radot, confirmadas em Graetz, em "Histoire des
Juifs", vide págs. 418-421: "A revolução de 1848 trouxe novas
melhoras à situacão dos judeus, tendo seu reflexo em Viena e Berlim,
provocando a completa emancipação dos judeus da Áustria e Alemanha;
alguns mesmo foram eleitos deputados. Essa revolução teve consequências
favoráveis para eles até na Rússia e nos Estados do Papa."
(10) "La litterature des pauvres dans la
Bible", do escritor judeu Isidoro Loeb, Paris, 1882, pág. 218:
"Com ou sem o Rei-Messias, os judeus serão como o centro da
humanidade, em torno do qual se reunirão os gentios, depois de sua
conversão a Deus. A unidade da humanidade se fará pela unidade
religiosa"
(100% de acordo com os protocolos.)
(11) Para isso, os judeus atiçadores de revoluções
não tem poupado o sangue dos cristãos. Vide as estatísticas das vítimas
do terror na França, da Tcheka (**futura KGB**) na Rússia, de Bela-Kun
na Hungria, das Astúrias, etc... Lede esta declaração do judeu
bolchevista Lunatcharsky: "Nós amamos o ódio! devemos pregar o ódio.
Só por ele poderemos conquistar o mundo."
CAPÍTULO IV
Resumo.- As diversas fases duma república.
A franco-maçonaria externa. A liberdade e a fé.
A concorrência internacional do comércio e da indústria.
O papel da especulação. O culto do ouro.
TODA república passa por diversas fases.(1) A
primeira compreende os primeiros dias de loucura dum cego que se atira
para a direita e para a esquerda. A segunda é a da demagogia, de onde
nasce a anarquia; depois vem inevitavelmente o despotismo, não um
despotismo legal e franco, mas um despotismo invisível e ignorado,
todavia sensível ; despotismo exercido por uma organização secreta, que
age com tanto menos escrúpulo quanto se acoberta por meio de diversos
agentes, cuja substituição não só a não a prejudica, como a dispensa
de gastar seus recursos, recompensando longos serviços.
Quem poderá derrubar uma força
invisível? Nossa força é assim. A franco-maçonaria externa serve
unicamente para cobrir nossos desígnios ; o plano de ação dessa força,
o lugar que assiste, são inteiramente ignorados do público.
A própria liberdade poderia
ser inofensiva e existir no Estado, sem prejudicar a liberdade dos povos,
se repousasse nos princípios da crença em Deus, na fraternidade humana,
fora da idéia de igualdade contrariada pelas próprias leis da criação
, que estabelecem a subordinação.Com tal fé, o povo se deixaria
governar pela tutela das paróquias e marcharia humilde e tranquilo sob a
direção de seu pastor espiritual, submetido à distribuição divina dos
bens deste mundo. Eis porque é preciso que destruamos a fé, que
arranquemos do espírito dos cristãos o próprio princípio da Divindade
e do Espírito, a fim de substituí-lo pelos cálculos e pelas
necessidades materiais (2).
Para que os espíritos dos
cristãos não tenham tempo de raciocinar e observar, é necessário
distraí-los pela indústria e pelo comércio. Desse modo, todas as nações
procurarão suas vantagens e, lutando cada uma pelos seus interesses, não
notarão o inimigo comum. Mas para que a liberdade possa, assim,
desagregar e destruir completamente a sociedade dos cristãos, é preciso
fazer da especulação(3) a base da indústria. Desta forma, nenhuma das
riquezas que a indústria tirar da terra ficará nas mãos dos
industriais, mas serão sorvidas pela especulação, isto é, cairão nas
nossas burras.
A luta ardente pela
supremacia, os choques da vida econômica criarão e já criaram
sociedades desencantadas, frias e sem coração.Essas sociedades terão
uma profunda repugnância pela política superior e pela religião. Seu único
guia será o cálculo, isto é, o ouro, pelo qual terão verdadeiro culto
(4), por causa dos bens materiais que pode proporcionar. Então, as
classes baixas dos cristãos nos seguirão em nossa luta contra a classe
inteligente dos cristãos no poder, nossos concorrentes, não para fazer o
bem, nem mesmo para adquirir a riqueza, mas simplesmente por ódio dos
privilegiados.
_______________Notas e comentários_______________
(1) Kadmi-Cohen, "Nômades", págs.
152,153: "De modo geral, por toda a parte, os judeus são
republicanos. A república, que tende ao nivelamento, foi sempre uma de
suas mais caras aspirações." - "Seu ódio de toda autoridade
dinástica ou pessoal, seu sincero amor das instituições republicanas,
sua repulsa por toda injustiça acham sua explicação no unitarismo,
ideal de sua raça." Ótimo! República para os outros se
esfacelarem; autocracia para o seu domínio...
(2)Por isso, declara E. Fleg. na "Antologie
Juive", pág. 261: "O judaísmo orienta-se unicamente para o
futuro terrestre." Por isso, numa conferência sob o patrocínio da
loja La Parfaite Union, de Mulhouse (França) a 26 de maio de 1927, dizia
o maçon senador Bréhier: "Durante dois séculos, nossa mais
perigosa inimiga foi a Igreja". Por isso o judaísmo e a Igreja,
segundo Kadmi-Cohen, em "Nômades", pág. 181: "São dois
contrários, duas antinomias, dois blocos que se defrontam". Por isso
o "Rituel du 33ème. degré du Grand Orient de France" declara:
"Aniquilar o catolicismo contra o qual todos os meios são
bons".
(3) Diz o judeu Kadmi-Cohen, "Nômades",
págs. 88-89 "Tudo no semita é especulação, de idéias ou
de negócios, e, sob este último aspecto, que hino vigoroso não canta
ele à glorificação do interesse terrestre!"
Batault diz em "Le problème juif", pág.39:
"Na finança, tudo se concentrou em algumas mãos invisíveis, tudo
se trama no silêncio e na noite. Cúmplices e solidários, os autores são
secretos e discretos. O instrumento são as operações anônimas da
bolsa; compra e venda, venda e compra. Sob ações invisíveis, os pratos
da balança do Destino oscilam.Contra a autoridade tirânica, contra o domínio
do Econômico, é possível achar armas - o coração dos homens e a alma
dos povos, mas deixam-nas enferrujar na bainha..."
(4) O culto do ouro pelo judeu começa na Bíblia,
com a adoração do Bezerro fundido por Aarão. Desde a mais alta
antiguidade, o judeu cultiva e manobra o ouro. Por que razão os judeus
intentaram um processo ao pretor Flaccus? (**Época do Império Romano**)
Respondia Cícero, seu advogado, no "Pro Flacco":
"Vendo que o ouro era, por conta dos judeus, exportado todos
os anos da Itália e de todas as províncias para Jerusalém,
Flaccus proibiu por um édito a saída do ouro da Ásia".
Bernard Lazare, "L'Antisémitisme", vol
I, pág. 174: "A medida que se avança, vê-se com efeito, crescer
nos judeus a preocupação da riqueza e toda sua atividade prática se
concentrar em um comércio especial, refiro-me ao comércio do
ouro.". Pág,.187 : "O ouro deu aos judeus um poder que todas
as leis políticas e religiosas lhes recusavam... Detentores do ouro,
tornaram-se Senhores de seus Senhores..."
Jack London, em "Le peuple de
l'Abime": "O ouro é o passaporte do judeu".
CAPÍTULO V
Resumo.- Criação de forte concentração
do governo. Os modos da franco-maçonaria se
apoderar do poder. Por quê os Estados não
conseguem entender-se. "Pre-eleição" dos judeus.
O ouro é o motor de todos os mecanismos
dos Estados. Os monopólios no comércio
e na indústria. A importância da crítica.
As instituições "como são vistas". Cansaço
causado pelos discursos. Como tomar
conta da opinião pública? A importância
da iniciativa privada. O governo supremo.
QUE FORMA de administração se pode dar a
sociedades em que se por toda parte penetrou a corrupção , em que
somente se atinge a riqueza por meio de surpresas hábeis que são
meias-velhacadas ; sociedades em que reina a licença de costumes, em que
a moralidade somente se agüenta por causa dos castigos e leis austeras, não
por princípios voluntariamente aceitos ; em que os sentimentos de Pátria
e Religião, são abafados por crenças cosmopolitas? Que forma de governo
dar a essas sociedades se não a despótica, que descreverei mais adiante?
Regularemos mecanicamente todos os atos da vida pública de nossos súditos
por novas leis. Essas leis irão retomando uma a uma todas as complacências
e todas as liberdades demasiadas concedidas pelos cristãos e nosso
reinado se assinalará por um despotismo tão majestoso que estará em
condições, em qualquer tempo e lugar, de fazer calar os cristãos que
nos queiram fazer oposição e que estejam descontentes.
Dir-nos-ão que o despotismo a que me refiro não está de acordo com os
progressos modernos. Provarei o contrário.
Quando o povo considerava as pessoas reinantes como pura emanação da
Vontade Divina, se submetia sem murmurar ao absolutismo dos reis, porém
desde o dia em que lhe sugerimos a idéia de seus próprios direitos,
considerou essas pessoas como simples mortais. A Unção Divina caiu
da cabeça dos reis, pois que lhe arrancamos a crença em Deus; a
autoridade passou para a rua, isto é, para um logradouro público, e nós
nos apoderamos dela.
Demais, a
arte de governar as massas e os indivíduos por meio de uma teoria e duma
fraseologia habilmente combinadas pelas regras da vida social e por outros
meios engenhosos, dos quais os cristãos nada percebem, faz também parte
de nosso gênio administrativo, educado na análise, na observação, em
tais sutilezas de concepção que não encontram rivais, pois que não há
ninguém como nós para conceber planos de ação política e de
solidariedade. Somente os Jesuítas nos poderiam igualar nesse ponto, porém
nós conseguimos desacreditá-los aos olhos da plebe ignorante, porque
eles constituíam uma organização visível, enquanto que nós operávamos
ocultamente por meio de nossa organização secreta. Aliás, que importa
ao mundo o amo que vai ter? seja o chefe do catolicismo ou nosso déspota
do sangue de Sião? Mas para nós, que somos o povo eleito, a questão já
não é indiferente.
Uma coligação universal dos
(povos europeus) cristãos poderia dominar-nos por algum tempo, porém
estamos garantidos contra contra esse perigo pelas profundas sementes
de discórdia que já se não podem mais arrancar de seu coração.
Opusemos uns aos outros os cálculos individuais e nacionais dos cristãos,
seus ódios religiosos e étnicos, que há vinte séculos cultivamos. É
por isso que nenhum governo encontrará auxílio em parte alguma ; cada
qual acreditará um acordo contra nós desfavorável a seus próprios
interesses. Somos muito fortes e é preciso contar conosco. As potências
não podem concluir o mais insignificante acordo sem que nele tomemos
parte.
Per me reges
regnant - "por mim reinam os reis". Nossos profetas nos disseram
que fomos eleitos por Deus mesmo para governar a terra. Deus nos deu o gênio,
a fim de podermos levar a cabo esse problema. Embora surja um gênio no
campo oposto, poderá lutar contra nós, mas o recém-vindo não valerá
o velho habitante ; a luta entre nós será sem piedade e tal como nunca o
mundo presenciou. Além disso, os homens de gênio chegariam tarde. Todas
as engrenagens do mecanismo
governamental dependem dum motor que está em nossas mãos: esse
motor é o ouro. A ciência da economia política, inventada por nossos sábios,
mostra-nos desde muito tempo o prestígio real do ouro.
O capital,
para ter liberdade de ação, deve obter o monopólio da indústria e do
comércio; é o que já vai realizando a nossa mão invisível em todas as
partes do mundo (1). Essa liberdade dará força política aos industriais
e o povo lhe será submetido. Importa mais, em nossos dias, desarmar os
povos do que levá-los à guerra ; importa mais servir as paixões
incandescidas para nosso proveito do que acalmá-las ; importa mais
apoderar-se das idéias de outrem e comentá-las do que baní-las.
O problema capital do nosso governo é enfraquecer o espírito público
pela crítica ; fazer-lhe perder o hábito de pensar, porque a reflexão
cria a oposição ; distrair as forças do espírito, em vãs escaramuças
de eloqüência.
Em todos os tempos, os povos, mesmo os mais simples indivíduos, tomaram
as palavras como realidades, porque se satisfazem com a aparência das
coisas e raramente se dão ao trabalho de observar se as promessas
relativas à vida social foram cumpridas. Por isso, nossas instituições
terão uma bela fachada, que demonstrará eloqüentemente seus benefícios
no que concerne ao progresso.
Nós nos apropriaremos da fisionomia de todos os partidos, de todas as
tendências e ensinaremos nossos oradores a falarem tanto que toda a gente
se cansará de ouví-los.
Para tomar conta da opinião pública,
é preciso torná-la perplexa, exprimindo de diversos lados e tanto tempo
tantas opiniões contraditórias que os cristãos acabarão perdidos no
seu labirinto e convencidos de que, em política, o melhor é não ter
opinião. São questões que a sociedade não deve conhecer. Só deve
conhecê-las quem a dirige. Eis o primeiro segredo. (2)
O segundo, necessário
para governar com êxito, consiste em multiplicar de tal modo os defeitos
do povo, os hábitos, as paixões, as regras de viver em comum que ninguém
possa deslindar esse caos e que os homens acabem por não se entenderem
mais aos outros. Essa tática terá ainda como efeito lançar a discórdia
em todos os partidos, desunindo todas as forças coletivas que ainda não
queiram submeter-se a nós; ela desanimará qualquer iniciativa, mesmo
genial, e será mais poderosa do que os milhões de homens nos quais
semeamos divergências. Precisamos dirigir a educação das sociedades
cristãs de modo tal que suas mãos se abatam numa impotência desesperada
diante de cada questão que exija iniciativa.
O esforço que se exerce sob o
regime da liberdade ilimitada é impotente, porque vai de encontro aos
esforços livres de outros. Daí nascem dolorosos conflitos morais, decepções
e insucessos. Fatigaremos tanto os cristãos com essa liberdade que os
obrigaremos a nos oferecerem um poder internacional, cuja disposição será
tal que poderá, sem as quebrar, englobar as forças de todos os Estados
do mundo e formar o Governo Supremo.
Em lugar dos governos
atuais, poremos um espantalho que se denominará Administração do
Governo Supremo. Suas mãos se estenderão para todos os lados como pinças
e sua organização será tão colossal que todos os povos terão de se
lhe submeterem (3).
_______________Notas e comentários_______________
(1) G. Batault "Le probleme juif", págs.
40-41: "É conveniente notar que foi um banqueiro judeu-inglês, o célebre
economista David Ricardo, filho de um judeu holandês, emigrado em
Londres, em fins do século XVIII, o inventor e o teorista duma concepção
puramente econômica do mundo, que, hoje, o domina quase todo. O
mercantilismo político contemporâneo, os negócios acima de tudo, os negócios
considerados fim supremo dos esforços humanos, provém diretamente de
Ricardo. Demais, o fundador do socialismo científico, o judeu-alemão
Karl Marx, se colocou no próprio terreno de Ricardo, para combatê-lo,
aproveitando grande número de suas concepções, de seus argumentos, de
suas teorias e conclusões. O laço misterioso, a afinidade secreta que
unem, apesar de tudo, os mercantilistas e os negocistas puritanos aos
bolchevistas provém, em grande parte, de terem em comum, embora tirando
conclusões diferentes, a mesma concepção e a mesma visão do mundo, as
quais são produtos essencialmente semitas, saídos dos cérebros dos
judeus Ricardo e Marx. A concepção místico-judaica da humanidade
é comum ao liberalismo puritano e ao socialismo dito científico, do qual
brotou o bolchevismo."
Por isso os judeus agem no mundo em dois pólos
opostos, que completam, porém, sua obra de desagregação da sociedades
cristãs. O judeu Eberlin o reconhece na pág. 51 de seu livro já citado:
"O cosmopolitismo do agiota torna-se o internacionalismo proletário
e revolucionário". Diz Bernard Lazare que a "alma do judeu é
dupla; dum lado é o fundador do capitalismo industrial, financeiro,
agiota e especulador, colaborando para a centralização dos capitais
destinada a destruir a propriedade, a proletarizar os povos e a criar a
socialização; do outro, combate o capitalismo em nome do socialismo,
isto é, da socialização total." Pelos dois lados, os judeus
atingem o mesmo fim. Assim, segundo a opinião do mesmo Bernard Lazare, a
Rothschild correspondem Marx e Lasalle. O judeu Kadmi-Cohen é explícito
quanto ao mesmo assunto, escrevendo que Trotski e Rothschild "marcam
as oscilações do pêndulo judaico". (**Veja porque os comunistas
tiveram a revolução de 1917 financiada por banqueiros ocidentais...**) O
plano está claramente delineado nos "Protocolos". Só os cegos
e os ignorantes ainda não o perceberam... Há também quem não o queira
perceber...
(2) Essa obra de despistamento é realizada
sobretudo pela imprensa. Basta reparar como certos jornais em consórcio
ou associados manobram ou manipulam a opinião pública em sentidos
diversos, quando sua direção geral é única.
(3) Segundo o "Jewish Guardian"
("Sentinela Judaica") de 8 de outubro de 1920, o chefe sionista
Dr. Caim Weissmann, declarou no discurso com que saudou num banquete o
rabino Herz: "A nós, seu Povo Eleito, Deus deu o poder de nos
espalharmos sem dano; o que para outros parece ser a nossa fraqueza é, em
verdade, nossa força, e, assim, atingimos ao Domínio Universal. Só nos
resta edificar sobre essa base." Não é possível ser mais claro!
Em sua obra, na pág. 99, Isidoro Loeb
diz:"Os judeus tem tido esta alta ambição de ver os gentios se
agruparem em torno deles, e se unirem sob o nome do verdadeiro Deus".
A idéia vem do fundo dos séculos, acompanhando a trajetória da
raça. O filósofo judeu-alexandrino Philon escreveu no "In
Flaccum": "O castigo dos sofistas virá no dia em que o Império
Judeu, império da salvação, for estabelecido no mundo." Recorramos
ainda ao erudito israelita do "L'Antisémitisme", Bernard
Lazare, no tomo I, págs. 50-51: "Sem a lei, sem Israel, o mundo não
existiria, Deus o faria voltar ao nada; e o mundo somente conhecerá a
felicidade quando submetido ao império universal dessa lei, isto é, ao
império dos judeus". Como consequência disso, assegura B. Lazare:
"Essa fé em sua predestinação, em sua eleição, desenvolveu nos
judeus um orgulho imenso. Passaram a considerar os não-judeus com
desprezo e mesmo com ódio" (Tomo I, pág.52) (** Basta ver o que
está escrito no Talmud. Veja o que falam sobre os não-judeus**)
O imparcial Batault, referenda essas afirmações
judaicas: "Os judeus perduram, assim, através da miragem da idade do
ouro, da era nova, dos tempos messiânicos, em que o mundo viverá em
alegria e paz, submetido a Iavé, escravizado pela lei, sob a direção
sacerdotal, eleito pela Eternidade, amadurecido pela experiência, à
espera dessa hora única." ("Le probleme juif", pág. 104).
"O sonho internacionalista do judeu é a unificação do mundo pela
lei judaica, sob a direção e domínio do povo sacerdotal" (pág.
155)
É de estarrecer a coincidência constante entre
o espírito do judaísmo, confessado pelos próprios judeus, e o texto dos
"Protocolos". Como duvidar de sua autenticidade diante dessa
confrontação e da realização do que nele se profetiza?
CAPÍTULO VI
Resumo.- Os monopólios ; as fortunas dos cristãos
dependem
desses monopólios. A aristocracia privada de riqueza territorial.
O comércio, a indústria e a especulação. O luxo. A alta do
salário e o encarecimento dos gêneros de primeira necessidade.
A anarquia e a embriaguez. O sentido secreto da propaganda
das teorias econômicas.
CRIAREMOS em breve enormes monopólios, colossais
reservatórios de riquezas, dos quais as próprias fortunas dos cristãos
dependerão de tal modo que serão por eles devoradas, como o crédito dos
Estados no dia seguinte a uma catástrofe política... (1)
Os senhores economistas aqui presentes devem considerar a importância
dessa combinação!....
Precisamos desenvolver por todos os meios possíveis a importância de
nosso Governo Supremo representando-o como protetor e remunerador de todos
os que se lhe submetam voluntariamente.
A aristocracia dos cristãos desapareceu como força política e não
temos mais que contar com ela; porém como proprietária de bens
territoriais, poderá prejudicar-nos na medida da independência de seus
recursos. É preciso, portanto, arrancar-lhe as suas terras. O melhor meio
para isso é aumentar os impostos sobre seus bens de raiz, a fim de
endividar a terra. Essas medidas manterão a propriedade territorial num
estado de absoluta sujeição. (2)
Como os aristocratas cristãos não sabem, de pais a filhos, se contentar
com pouco, serão rapidamente arruinados.
Ao mesmo tempo, devemos proteger fortemente o comércio e a indústria,
sobretudo a especulação, cujo papel é servir de contrapeso à indústria;
sem a especulação, a indústria multiplicaria os capitais privados e
melhoraria a agricultura, libertando a terra das dívidas criadas pelos
bancos rurais. É necessário que a indústria tire à terra o fruto do
trabalho, como o do capital , que nos dê, pela especulação, o dinheiro
de todo o mundo: lançados, assim, às fileiras dos proletários, todos os
cristãos se inclinarão diante de nós para terem ao menos o direito de
viver. (3)
Para arruinar
a indústria dos cristãos, desenvolveremos a especulação e o gosto do
luxo, desse luxo que tudo devora. Faremos subir os salários, que,
entretanto, não trarão proveito aos operários, porque faremos, ao mesmo
tempo, o encarecimento dos gêneros de primeira necessidade, devido, como
apregoaremos, à decadência da agricultura e da pecuária (4); demais,
habilmente e profundamente subverteremos as fontes de produção,
habituando os operários à anarquia e as bebidas alcoólicas (5), recorrendo
a todas as medidas possíveis para afastar da terra os cristãos
inteligentes.
Para impedir que essa situação seja vista prematuramente sob seu
verdadeiro aspecto, mascararemos nossos verdadeiros desígnios com o
pretenso desejo de servir às classes trabalhadoras e de propagar os
grandes princípios econômicos que atualmente ensinamos.
_______________Notas e comentários_______________
(1) O que se passou no mundo moderno, depois do
aparecimento dos "Protocolos" autentica o plano judaico. Como
poderiam adivinhar? Os monopólios, os trustes, os cartéis, os açambarcamentos
multiplicaram-se por toda a parte e os jogos financeiros devoraram os créditos
de todos os Estados. Basta ler o formidável e documentadíssimo livro
"La fin du capitalisme", de Fernand Fried, com prefácio do
judeu Daniel Halévy, Edição Bernard Grasset, Paris, 1932, para
verificar como as idéias-dinheiro criaram o capital e quais seus
resultados: distribuição desigual de rendas e oligarquias financeiras, a
tragédia das massas, o socialismo, o marxismo, a crise, a paralisia e o
endividamento dos Estados, tudo o que decorre dos
"Protocolos"...
(2) Esta parte do plano tem sido visibilíssima.
Basta observar como por toda a parte, sem o menor estudo sério das
realidades e condições locais, se grita contra o latifúndio, e, ao
menor surto revolucionário, se trata de distribuir as terras.Examine-se o
aumento constante dos impostos sobre os bens de raiz em qualquer nação
do mundo e se ficará assombrado da maneira como o judaísmo-maçônico
sugere aos legisladores e governantes todas as medidas que deseja por em
prática. Fernand Fried, tratando da crise moderna (**de 1929**), diz, por
ignorar a questão judaica (?), que nela, crise, "não há erro, mas
fatalidade". Com efeito, o plano oculto é tão diabólico que se
transformou para os povos cristãos num novo destino.
(3) Tudo o que aí está: separação dos
interesses da indústria e do comércio dos interesses da terra,
estiolamento e garroteamento da agricultura, especulação, luxo
desbragado, tudo isso temos visto e estamos vendo.
(4) É o círculo vicioso de que fala F. Fried,
op. cit. pág.122 : "Vemos, na economia mundial, que se defrontam, não
só a oferta e a procura paralisadas, sem esperança de se tornarem a
equilibrar; mas também, dum lado, os camponeses empobrecidos, incapazes
de adquirir objetos manufaturados, máquinas e utensílios; do outro, as
massas operárias tão empobrecidas que não podem mais satisfazer suas
necessidades indiretas de matérias primas. Tanto menos o camponês compra
trabalho quanto mais a produção da indústria diminui, aumentando o número
de fábricas fechadas e de desempregados, e os operários compram em menor
quantidade de pão ao camponês. E o ciclo recomeça... O sistema está
num beco sem saída. Os depósitos, as salas das fábricas sem vida, os exércitos
de desempregados crescerão ainda, incharão e chegaremos a morte pelo
congelamento da economia mundial..."
Já os créditos estão na maioria congelados, o
que é significativo (**entre 1929 e 1936**)
O texto dos "Protocolos" data de 30
anos (**hoje de 100 anos, e continua sendo seguido a risca**); é o traçado
maldoso do plano. O texto de Fried data de 5 anos: é a verificação
inocente dos resultados do plano.
(5) Nos países de grandes massas
camponesas, sobretudo, os judeus se entregam ao comércio das bebidas alcoólicas,
propagando com rara habilidade o vício da embriaguês. (** Veja quem são
os donos da gigantesca Seagram...**) Segundo o judeu Bernard Lazare, em
"L'Antisémitisme", vol II, pág. 23, na Romênia, como aliás,
na Rússia, "eles arrematavam o monopólio da venda das bebidas alcoólicas..."
Idem, pág. 24: "pela lei de 1856, foi-lhes retirado o direito de
vender bebidas alcoólicas". Em 1887, Calixto de Wolski escrevia em
"La Russie Juive", pág. 55, que os judeus tinham obtido, na Rússia,
"o direito de venda de aguardente nos botequins das pequenas cidades
e dos campos, onde, para eles, a arte de embrutecer os camponeses pela
embriaguês, o abuso e a propaganda das bebidas alcoólicas se tornou a
mais produtiva das especulações.""
(**conforme os protocolos: degenerar os povos cristãos ao mesmo tempo que
se eleva explorando pelos vícios deles e acumulando riquezas através
dessa indústria lucrativa do vício...**)
Na Europa Oriental, havia mesmo uma
designação própria para os judeus que se ocupavam da venda de bebidas
alcoólicas: eram os felatakim.
Assim, desta vez, os
"Protocolos" comprovam uma ação a que os judeus já se vinham
entregando e continuam a entregar-se.
CAPÍTULO VII
Resumo.- Porque é preciso aumentar os armamentos.
Fermentações, discórdias e ódios no mundo inteiro.
Coação da oposição dos cristãos pelas guerras e pela
guerra geral. O segredo é o penhor do êxito na política.
A imprensa e a opinião pública. Os canhões
americanos, japoneses e chineses.
O AUMENTO dos armamentos e do pessoal da polícia
é um complemento imprescindível do plano que estamos expondo. É preciso
que não haja mais, em todos os Estados, além de nós, senão massas de
proletários, alguns milionários que nos sejam dedicados, policiais e
soldados (1).
Em toda a Europa, bem como nos outros continentes, devemos suscitar agitações,
discórdias e ódios. O proveito é duplo. Dum lado, manteremos, assim, em
respeito todos os países, que saberão que poderemos, à nossa vontade,
provocar a desordem ou restabelecer a ordem : todos esses países se
habituarão, pois, a nos considerar como um fardo necessário. Do outro,
nossas intrigas embrulharão todos os fios que estenderemos nos gabinetes
governamentais por meio da política, dos contratos econômicos e dos
compromissos financeiros. Para atingir nosso fim, precisaremos dar prova
de grande astúcia no decurso dos entendimentos e negociações ; mas no
que se chama "a linguagem oficial", seguiremos uma tática
oposta, parecendo honestos e conciliadores. De tal modo, os povos e os
governos cristãos, que acostumamos a olhar somente a face do que lhe
apresentamos, mais uma vez nos tomarão com benfeitores e
salvadores da humanidade. A qualquer oposição, deveremos estar em
condições de fazer declarar guerra pelos vizinhos da nação que ousar
criar-nos embaraços (2); e, se esses próprios vizinhos se lembrarem
de se aliar contra nós, devemos repelí-los por meio duma guerra geral.
O mais seguro
caminho do êxito em política é o segredo de todas as empresas (e intenções);
a palavra do diplomata não deve concordar com seus atos.
Devemos obrigar os governos cristãos a obrar de acordo com este plano,
que amplamente concebemos e que já está chegando à sua meta . A
opinião pública ajudar-nos-á, essa opinião pública que o "grande
poder", a imprensa, secretamente já pôs em nossas mãos. Com
efeito, com poucas exceções, que não tem importância, a imprensa está
toda em nossa dependência. Em uma palavra, para resumir nosso sistema
de coação dos governos cristãos da Europa, faremos ver a um nossa força
por meio de atentados, isto é, pelo terror; a todos, se todos se
revoltarem contra nós, responderemos com os canhões americanos, chineses
e japoneses (3).
_______________Notas e Comentários_______________
(1) Parece não ser preciso comentar a
"corrida armamentista" da qual diariamente falam os jornais, nem
lembrar que as grandes fábricas de armas e munições, os grandes
estaleiros de construções navais e o monopólio do níquel estão nas mãos
de judeus... Por que não há meio dos governos decretarem que só o
Estado pode fazer engenhos de guerra? Bastaria isto para diminuir os
armamentos e as possibilidades de guerra. É bom, porém, notar o aumento
visível de forças policiais (especiais) no mundo inteiro: Brigadas de
Guardas Móveis na França, Brigadas de Choque na Áustria e na Espanha,
Polícias Especiais no Brasil, etc...
(2) Nos casos Ítalo-Etíope e da Renânia, é
aparente, claro, o trabalho do judaísmo nesse sentido. Maçons e judeus
chegaram a pregar na França a "guerra preventiva contra a
Alemanha".
(3) O plano judeu é, depois de armar os não-europeus,
insuflar-lhes idéias socialistas ou imperialistas e lançá-los contra a
Europa. Em "La crise du monde moderne", págs. 203-204, René Guénon
pressentiu o problema: "Hoje existem orientais que mais ou menos estão
completamente ocidentalizados (ou melhor, judaizados), que
abandonaram sua tradição para adotar todas as aberrações do mundo
moderno e esses elementos desviados, graças ao ensino das universidades
européias e americanas, se tornam nas suas pátrias causas de perturbação
ou agitação."
Veja o comunismo anarquizando a
China, o Turquestão, e a Pérsia, já tomando conta da Mongólia e
pretendendo espraiar-se pela Ásia.
CAPÍTULO VIII
Resumo. - Uso equívoco do direito teórico.
Os colaboradores do regime franco-maçon.
Escolas particulares e de educação superior
inteiramente particular. Economistas e milionários.
A quem se deve confiar os postos de responsabilidade no governo.
DEVEMOS apropriar-nos de todos os instrumentos de
que nossos adversários possam empregar contra nós. Devemos buscar nas
sutilezas e delicadezas da língua jurídica uma justificação para o
caso em que tenhamos de pronunciar sentenças que possam parecer muito
ousadas e injustas, porque é mister exprimir essas sentenças em termos
que tenham a aparência de ser máximas morais muito elevadas, conservando
seu caráter legal (1). Nosso regime deve rodear-se de todas as forças
da civilização, no meio das quais deverá obrar. Rodear-se-á de
publicistas, jurisconsultos experientes, administradores, diplomatas,
enfim, homens preparados por uma educação superior especial em escolas
especiais. Esses homens conhecerão todos os segredos da existência
social, todas as linguagens formadas de letras ou de termos políticos,
todos os bastidores da natureza humana, todas as cordas sensíveis que
deverão saber tocar. Essas cordas são o feitio do espírito dos cristãos,
suas tendências, seus defeitos, seus vícios e suas qualidades, suas
particularidades de classe ou condição. Fica bem entendido que esses
colaboradores de gênio do nosso governo não serão tomados entre os
cristãos, habituados a fazer seu trabalho administrativo sem cuidar de
sua utilidade. Os administradores cristãos assinam papéis sem ler ;
servem por interesse ou por ambição.
Rodearemos nosso governo por uma multidão de economistas. Eis porque as
ciências econômicas são as mais importantes a serem ensinadas aos
judeus. Rodear-nos-emos duma plêiade de banqueiros, industriais,
capitalistas, e sobretudo milionários, porque, em suma, tudo será
decidido pelas cifras.
Durante
certo tempo, até o momento em que não houver mais perigo em confiar os
postos de responsabilidade de nossos Estados a nossos irmãos judeus,
confia-los-emos a indivíduos cujo passado e cujo caráter sejam tais que
haja um abismo entre eles e o povo, a homens tais que, em caso de desobediência
as nossas ordens, não lhe reste outra coisa a esperar senão a condenação
ou o exílio, a fim de que defendam nossos interesses até o derradeiro
alento (2).
_______________Notas e Comentários_______________
(1) O culto do jurista, sobretudo do hermeneuta,
na sociedade moderna, é resultado da propaganda judaica. Destina-se à
criação desses juristas ôcos e pretensiosos que servem, às vezes
inconscientemente, a Israel e as sociedades secretas para irem subindo na
vida. Os judeus tem de usar o direito teórico contra os cristãos, porque
entre eles o nosso direito não tem curso e valia. Os judeus possuem um código
de leis secreto que se denomina "Schulam Aruch", isto é,
"A mesa servida", tirado do Talmud no século XVI pelo rabino
José Auaro. A primeira edição foi feita em veneza, em 1565. A segunda,
revista, comentada e corrigida, pelo rabino Moses Isserles, se imprimiu em
Cracóvia, em 1573. Os judeus ocultam e negam a existência desse código.
Johann Andreas Eisenmenger, no século XVIII, Henrique George Loewe e João
di Pauli, no século XIX, fizeram traduções que logo desapareceram de
circulação. O Dr. Briman, que, sob o pseudônimo de Justus, publicou no
"Der Iudenspiegel" ("O espelho judaico") alguns
trechos do "Schulan Aruch", sofreu terríveis perseguições,
que terminaram em retumbante processo.
Esse código não reconhece direito algum aos cristãos, nem de
propriedade, nem de família; nega-lhes a faculdade de dar testemunho e
permite que o judeu o roube e espolie. No "Stocken ha
mischpath", 2,1, declara que o Beth-Dine pode condenar à morte,
quando julgar isso oportuno, "mesmo se o crime não merecer a pena de
morte".
Cf. Icher, "Der Iudenspiegel in dichte der Harhbeit"; Henri
Ellenberger, "Manuel d'Histoire", Tomo XVI; V. Dangen, "La
loi sécrète juive"; Fara, "Le Schoulan Arouch", in
"La libre parole", nº11, novembro de 1934.
(2) Eis porque aqueles que não conhecem os
bastidores dos governos não podem compreender que só se escolham para os
altos cargos indivíduos sem moral e sem dignidade. Os outros não servem
a Israel. São afastados.
CAPÍTULO IX
Resumo.- Aplicação dos princípios maçônicos
para refazer a educação dos povos.
A palavra de ordem franco-maçônica. Importância do anti-judaísmo.
As ditadura da franco-maçonaria. O terror. Aqueles que servem à
franco-maçonaria.
A força "inteligente" e a força cega dos reinos cristãos.
Comunhão do poder com o povo.
A arbitrariedade liberal. Usurpação da instrução e da educação.
Interpretação das leis. Os metropolitanos.
NA APLICAÇÃO de nossos princípios, prestai
atenção ao caráter do povo no meio do qual vos encontrardes e obrardes;
uma aplicação geral e uniforme desses princípios, antes de refazermos a
educação geral do povo, não logrará êxito. Mas aplicando-os
prudentemente, vereis que se não passarão dez anos para se transformar
o caráter mais obstinado e para que contemos mais um povo em nossa dependência.
Quando nosso reinado chegar, substituiremos nossa palavra de ordem -
Liberdade, Igualdade e Fraternidade - não por outra palavra de ordem, porém
pelas mesmas palavras transformadas em idéias ; diremos: "direito à
liberdade", "dever de igualdade" e "ideal de
fraternidade"... Agarremos o touro pelos chifres... De fato, já
destruímos todos os governos, exceto o nosso, embora haja ainda muitos
governos de direito (1). Nos dias que correm, se alguns Estados levantam
protestos contra nós, fazem-no pro-fórmula, e por nossa ordem, porque
seu anti-judaísmo nos é necessário para governar nossos irmãos
menores. Não vos explicarei isso mais claramente, porque esse assunto já
foi tratado em nossos entendimentos.
Na
realidade, não há mais obstáculos à nossa frente. Nosso Governo
Supremo está em condições extra-legais que é conveniente denominar com
um termo forte e enérgico: ditadura. Posso afirmar conscientemente que
somos atualmente legisladores; pronunciamos as sentenças da justiça,
condenamos à morte e perdoamos; estamos como chefes de nossas tropas
montados no cavalo do general comandante. Governaremos com mão firme,
porque nos apoderamos dos restos dum partido outrora forte e hoje
submetido por nós. Temos nas mãos ambições desmedidas, muita avidez
ardente, vinganças sem piedade. ódios e rancores (2).
De nós promana o
terror que tudo invade (3). Temos a nosso serviço homens de todas as
opiniões, de todas as doutrinas ; restauradores de monarquias, demagogos,
socialistas e comunistas (4) e toda a sorte de utopistas ; atrelamos o
mundo inteiro ao nosso carro: cada qual mina de seu lado os derradeiros
restos do poder, esforçando-se por derrubar tudo o que ainda se mantém
de pé. Todos os Estados sofrem com essas perturbações, pedem calma e
estão dispostos a tudo sacrificar pela paz; mas nós não lhes daremos a
paz, enquanto não reconhecerem nosso Governo Supremo, abertamente e
humildemente.
O povo se pôs a
gritar que é necessário resolver a questão social por meio dum acordo
internacional. A divisão do povo em partidos pôs todos esses
partidos à nossa disposição, porque para sustentar sua luta de emulação
é preciso dinheiro e nós é que temos todo o dinheiro.
Poderíamos recear
a aliança da força inteligente das pessoas reinantes com a força cega
do povo, mas tomamos todas as medidas possíveis contra essa
eventualidade: entre essas duas forças erguemos a parede do medo recíproco.
Deste modo, a força cega do povo é nosso apoio e seremos os únicos a
guiá-la; saberemos dirigí-la com segurança para os nossos fins.
A fim de que a mão do cego não
possa repelir a nossa direção, devemos estar de tempos em tempos em
comunicação direta com ele, senão pessoalmente, pelo menos por meio de
nossos mais fiéis irmãos. Quando formos um poder reconhecido,
conversaremos nós mesmos com o povo nas praças públicas e o
instruiremos sobre as questões políticas, no sentido que julgamos necessário.
Como
verificar o que lhe for ensinado nas escolas de aldeia? O que disser o
enviado do governo ou a própria pessoa reinante não poderá deixar de
ser logo conhecido em todo o Estado, porque será depressa espalhado pela
voz do povo. Para não destruir prematuramente instituições dos cristãos,
temos tocado nelas com habilidade, tomando em nossas mãos as molas de seu
mecanismo. Essas molas estavam dispostas numa ordem severa, mas justa ;
substituímo-la pela arbitrariedade desordenada. Tocamos na jurisdição,
as eleições, na imprensa, na liberdade individual, e, sobretudo, na
instrução e na educação, que são as pedras angulares da existência
livre.
Mistificamos, embrutecemos e corrompemos a mocidade cristã por meio duma
educação fundada em princípios e teorias que sabemos falsos e que são
inspirados por nós. (5)
Por
cima das leis existentes, sem mudá-las de modo essencial, porém somente
as desfigurando por interpretações contraditórias, obtivemos resultados
prodigiosos. Esses resultados manifestaram-se ao princípio em comentários
que mascararam as leis e, em seguida, completamente as esconderam dos
olhos dos governos incapazes de se orientarem numa legislação
embrulhada. (6)
Daí a teoria do tribunal da
consciência. Dizeis que se rebelarão de armas em punho contra nós, se,
antes de tempo, ou tarde, se aperceberem da manobra, mas nesse caso, nos
países ocidentais, lançaremos mão duma manobra tão terrível que as
almas mais corajosas tremerão: os metropolitanos já estarão construídos
em todas as capitais e fá-los-emos ir pelos ares com todas as organizações
e documentos de todos os Estados (7).
__________Notas e Comentários__________
(1) Diz E. Eberlin em seu livro "Les
Juifs", pág. 201: "Quanto mais uma revolução é radical, mais
liberdade e igualdade resultam para os judeus. Toda nova corrente de
progresso consolida a posição dos judeus."
B. Lazare, "L'Antisémitisme", vol II,
pág. 17: "... a assimilação legal acabou na França, em 1830,
quando Lafitte fez inscrever o culto judeu no orçamento. Era o dasabamento
definitivo do Estado Cristão, embora o Estado Leigo ainda não
estivesse completamente constituído. Em 1839, o derradeiro vestígio das
antigas separações entre judeus e cristãos desapareceu com a abolição
do juramento More Judaico. A assimilação moral não foi assim tão
completa." Idem, pág. 54: "Os israelitas deveram sua emancipação
a um movimento filosófico coincidindo ( é muita concidência!
) com um movimento econômico e não a abolição das prevenções
seculares que existiam contra eles". Idem, pág 21-22: "Somente
em 1848 os israelitas austríacos se tornaram cidadãos . Na mesma época,
sua emancipação se fez na Alemanha, na Grécia, na Suécia, na
Dinamarca. De novo, os judeus deveram sua independência ao espírito
revolucionário, que, mais uma vez, vinha da França.
Ewerbeck, em "Qu'est ce que la Bible?",
Paris, 1850, págs. 628-660, traduz estes trechos de Karl Marx num artigo
sobre Bruno Bauer: "O judeu trabalha em pról da idéia emancipadora
universal... A emancipação judaica, na sua extrema significação, é a
emancipação da humanidade dos laços que o judaísmo lhe impôs..."
(2) Cf. Polzer Hodlizt, "Kaiser Karl",
Viena, 1929, págs. 302, 385, palavras atribuídas a Anatole France :
"A democracia não tem coração nem entranhas. A serviço das forças
do Ouro é sem piedade e desumana!"
Está conforme...
CAPÍTULO
X
Resumo.- A força das coisas na política.A
"genialidade" da baixeza.
O que promete o golpe de Estado franco-maçônico. O sufrágio universal.
A estima de si mesmo.Os chefes dos franco-maçons. O guia genial da
franco-maçonaria.
As instituições e suas funções.O veneno do liberalismo. A constituição
é a
escola das discórdias de partidos. A era republicana.Os presidentes são
criaturas
da franco-maçonaria. Responsabilidade dos presidentes. O "Panamá".
O papel da Câmara dos
Deputados e do Presidente.A franco-maçonaria é uma força legislativa. A
nova constituição
republicana. Passagem para a "autocracia" franco-maçônica.Momento
da proclamação
do "rei universal". Inoculação de doenças e outros malefícios
da franco-maçonaria.
COMEÇO AGORA repetindo o que já disse e peço-vos
que vos lembreis que os governos e os povos somente vêem a aparência das
cousas.E como poderiam deslindar seu sentido íntimo, se seus
representantes pensam, acima de tudo, em se divertirem? Importa muito para
nossa política conhecer esse pormenor ; ser-nos-á de grande auxílio,
quando passarmos à discussão da divisão do poder, da liberdade de
palavra, de imprensa, de consciência, do direito de associação, da
igualdade em face da lei, da inviolabilidade da propriedade, da habitação,
do imposto, da força retroativa das leis. Todas essas questões são de
tal natureza que nunca se deve tocar nelas direta e claramente diante do
povo.No caso em que for necessário abordá-las, é preciso não as
enumerar, porém declarar em bloco que os princípios do direito moderno
serão reconhecidos por nós. A importância dessa reticência consiste no
seguinte: um princípio não especificado deixa-nos a liberdade de excluir
isto ou aquilo,sem que dêem pela cousa, enquanto que, enumerando, temos
que aceitar o que for enumerado sem reserva.
O povo tem um amor especial e uma grande estima pelos gênios políticos e
respondea todos os atos de violência com as palavras:"É um canalha,
bem canalha, mas que habilidade!...Foi uma esperteza, mas bem feita, e
como é insolente!"
Contamos atrair todas as nações para a construção dum novo edifício
fundamental, cujo plano traçamos (1). Eis porque precisamos, antes de
tudo, fazer provisão de audácia e presença de espírito, qualidades
que, na pessoa de nossos atores destruirão todos os obstáculos que se
anteponham em nosso caminho. Quando tivermos dado o nosso golpe de Estado,
diremos aos povos: "Tudo ia horrivelmente mal, todos sofreram mais do
que aquilo que se pode suportar. Destruímos as causas de vossos
tormentos, as nacionalidades, as fronteiras, as diversidades de moedas.
Sem dúvida, tendes a liberdade de nos jurar obediência, mas podeis fazê-lo
com justiça antes de experimentardes o que vos damos?"...Então eles
nos exaltarão e carregarão em triunfo com um entusiasmo unânime de
esperanças. O sufrágio universal que criamos para ser o instrumento de
nossa elevação(2) e ao qual habituamos as mais ínfimas unidades de
todos os membros da humanidade pelas reuniões de grupos e pelos
conchavos, desempenhará pela última vez seu papel para exprimir o unânime
desejo de a humanidade em nos conhecer de mais perto antes de nos julgar.
Para isso, precisamos levar toda a gente ao sufrágio universal, sem
distinção de classe e de censo eleitoral, a fim de estabelecer o
depotismo da maioria que não se pode obter das classes censitárias
inteligentes. Tendo, assim, habituado toda a gente a idéia de seu próprio
valor, destruiremos a importância da família cristã e seu valor
educativo(3), deixaremos que se produzam individualidades que a multidão,
guiada por nós, não permitirá que se faça notar, nem mesmo que fale;
estará acostumada a ouvir somente a nós, que lhe pagamos sua obediência
e atenção. Desta sorte, faremos do povo uma força tão cega que, em
toda a parte, só se poderá mover guiada pelos nossos agentes, postos em
lugar de seus chefes naturais. Submeter-se-á a esse regime, porque saberá
que desses novos chefes dependerão seus ganhos, os dons gratuitos e toda
a espécie de bens.
Um plano de governo deve sair pronto duma única cabeça, porque seria
incoerente, se diversos espíritos tomassem a si a tarefa de estabelecê-lo.
Por isso, devemos conhecer um plano de ação, mas não discutí-lo, a fim
de não quebrar seu caráter genial, a ligação entre suas várias
partes, a força prática e a significação secreta de cada um de seus
ponto. Se o sufrágio universal o discutir e modificar, guardará o vestígio
de todas as falsas concepções dos espíritos que não terão penetrado a
profundeza e a ligação dos desígnios. É necessário que nossos planos
sejam fortes e bem concebidos. Por essa razão, não devemos lançar o
trabalho genial de nosso chefe aos pés da multidão, nem mesmo desvendá-lo
a um agrupamento restrito.
Esses planos não derrubarão no momento as instituições modernas. Mudarão
somente a sua economia, e, por conseguinte, todo o seu desenvolvimento,
que, assim, se orientarão de acordo com nossos projetos.
As mesmas cousas mais ou menos existem em todos os países com nomes
diferentes: a Representação, os Ministérios, o Senado, o Conselho de
Estado, o Corpo Legislativo e o Corpo Executivo. Não preciso explicar-vos
o mecanismo das relações entre essas instituições, porque o conheceis
bastante; notai somente que cada qual dessas instituições corresponde a
alguma função importante do Estado e peço-vos notar ainda que é a função
e não a instituição em si que considero importante ; portanto, não são
as instituições que são importantes, porém suas funções. As instituições
dividiram entre si todas as funções do governo: funções
administrativas, legislativa, executiva. Por isso elas trabalham no
organismo do Estado como os órgãos no corpo humano. Se
prejudicarmos uma parte da máquina do Estado, o Estado ficará doente,
como o corpo humano, e morrerá (4).
Quando introduzimos no organismo do Estado o veneno do liberalismo, toda a
sua constituição política foi mudada: os Estados caíram doentes com
uma doença mortal: a decomposição do sangue; não resta mais do que
esperar o fim de sua agonia.
Do liberalismo nasceram os governos constitucionais, que substituíram,
para os cristãos, a autocracia salutar, e a constituição, como bem o
sabeis, não é mais do que uma escola de discórdias, de desinteligência,
de discussões, de dissentimentos, de agitações estéreis dos partidos;
em uma palavra, é a escola de tudo o que faz com que um Estado perca sua
individualidade e sua personalidade.A tribuna, assim como a imprensa,
condenou os governos à inação e a fraqueza; tornou-os pouco necessários,
inúteis; é isso que explica que sejam derrubados. A era republicana se
tornou, então, possível, quando substituímos o governante por uma
caricatura de governo, por um presidente tomado na multidão, no meio de
nossas criaturas, de nossos escravos.Aí está o fundo da mina que cavamos
sob o povo dos cristãos, ou melhor, sob os povos cristãos.
Em um
futuro próximo, criaremos a responsabilidade dos presidentes.
Então,
faremos passar sem grande esforço cousas, cuja responsabilidade caberá a
nossa criatura. Que nos importa que as fileiras daqueles que aspiram ao
poder se tornem mais raras, que produzam, por falta de presidentes
capazes, embaraços que desorganizaem completamente o país?(5)
Para
chegar a esse resultado, maquinaremos a eleição de presidentes que
tenham em seu passado uma tara oculta, algum "panamá". O receio
de revelações, o desejo próprio a cada homem que chega ao poder de
conservar seus privilégios, vantagens e honras ligadas à sua condição,
farão com que sejam fiéis executores de nossas ordens. A câmara dos
deputados cobrirá, defenderá, elegerá presidentes, porém nós lhe
retiraremos o direito de propor leis, de modificá-las; esse direito será
atribuído ao presidente responsável, que se tornará mero joguete em
nossas mãos.
O poder
do governo se tornará, sem dúvida, o alvo de todos os ataques. Nós lhe
daremos para sua defesa o direito de apelo à decisão do povo, sem ser
pelo intermédio de seus representantes, isto é, recorrendo ao nosso
servidor cego, a maioria. Daremos, além disso, ao presidente o direito de
declarar guerra. Fundamentaremos este último direito, dizendo que o
presidente, como chefe das forças armadas do país, deve ter ao seu
dispor, para defender a nova constituição republicana, todas elas, pois
será o representante responsável dessa constituição.
Nessas
condições, o chefe do santuário estará em nossas mãos e ninguém,
exceto nós, dirigirá mais a força legislativa.
Demais,
retiraremos à câmara, introduzindo na nova constituição republicanam o
direito de interpelação sob o pretexto de salvaguardar o segredo político.
Restringiremos pela nova constituição o número dos representantes ao mínimo,
o que terá por efeito diminuir tanto as paixões políticas quanto a paixão
pela política. Se contra toda expectativa, elas despertarem mesmo nesse
pequeno número de representantes, reduzi-lo-emos a nada, apelando para a
maioria do povo...
Do presidente
dependerá a nomeação dos presidentes e vice-presidentes da Câmara e do
Senado. Em lugar das sessões parlamentares constantes, limitaremos a
reunião dos Parlamentos a alguns meses.Além disso, o presidente, como
chefe do poder executivo, terá o direito de convocar ou dissolver o
parlamento, e no caso de dissolução, de adiar a nova convocação. Mas,
para que as consequências de todos esses atos, na realidade ilegais, não
recaiam sobre a responsabilidade do presidente, estabelecida por nós, o
que prejudicaria nossos planos, sugerimos aos ministros e aos outros
funcionários que rodeiem o presidente a idéia de passar por cima de suas
disposições com as medidas que eles próprios tomem; deste modo, ficarão
responsáveis em seu lugar... Aconselhamos confiar esse papel sobretudo ao
Senado, ao Conselho de Estado, ao Conselho de Ministros, de preferência a
um indivíduo só. (6)
O
presidente interpretará, dócil ao nosso desejo, as leis existentes, que
possam ser interpretadas diferentemente; anula-las-á, quando lhe
apontarmos essa necessidade; terá o direito de propor leis provisórias e
até nova reforma da constituição, com o pretexto do supremo bem do
Estado.
Essas
medidas nos darão o meio de destruir pouco a pouco, passo a passo, tudo o
que , a princípio, quando de nossa tomada do poder, formos forçados a
introduzir nas constituições dos Estados(7); passaremos daí,
imperceptivelmente, à supressão de toda a constituição, quando chegar
a hora de reunir todos os governos sob a nossa autocracia.
O
reconhecimento de nossa autocracia pode ocorrer antes da supressão da
constituição, se os povos fatigados pelas desordens e pela frivolidade
de seus governantes exclamarem: "Expulsai-os e dai-nos um rei
universal para que nos possa reunir e destruir as causas de nossas
discórdias : as fronteiras das nações e religiões, os cálculos dos
Estados; um rei que nos dê a paz e o repouso que não podemos (e
pudemos)obter com nossos governantes e representantes!"
Vós
mesmo sabeis muito bem que, para tornar possíveis tais desejos, é
preciso perturbar constantemente, em todos os países, as relações entre
o povo e o governo, a fim de cansar todos pela desunião, pela inimizade,
pelo ódio, mesmo pelo martírio, pela fome, pela inoculação de doenças(8),
pela miséria, a fim de que os cristãos não vejam outra salvação senão
recorrer à nossa plena e definitiva sabedoria (9)
Se
dermos aos povos tempo para respirar, talvez jamais se apresente a ocasião
favorável.
"Vou me tornar
seu inimigo,
porque te conto a verdade? " Gálatas 4:16
CAPÍTULO XI
Resumo.- O programa da nova constituição.
Alguns pormenores sobre o golpe
de Estado proposto. Os cristãos são carneiros.
A franco-maçonaria secreta e suas lojas de "fachada"
O CONSELHO de Estado será preposto a sublinhar o
poder do governo; sob a aparência dum corpo legislativo, será, na
realidade, uma comissão de redação das leis e decretos do governante.
Eis aqui o programa da nova constituição que elaboramos. Criaremos a
lei, o direito e o tribunal: 1)sob a forma de propostas ao corpo
legislativo; 2) por decretos do presidente sob a forma de ordens gerais,
por atos do Senado e decisões do Conselho de Estado, sob a forma de
ordens ministeriais; 3) no caso em que seja oportuno, sob a forma de golpe
de Estado.Agora que, aproximadamente, estabelecemos esse modus agendi,
ocupemo-nos das medidas que nos servirão para rematar a transformação
do Estado no sentido que já expusemos. Refiro-me à liberdade de
imprensa, ao direito de associação, à liberdade de consciência, ao
princípio eletivo e a muitas outras coisas que deverão desaparecer do
repertório ou serem radicalmente mudadas, quando for proclamada a nova
constituição. Somente nesse momento ser-nos-á possível publicar ao
mesmo tempo todas as nossas ordens. Em seguida, toda mudança sensível
será perigosa e eis porque: se essa mudança se operar num sentido de
rigorosa severidade, pode desencadear o desespero provocado pelo receio de
novas modificações do mesmo teor; se pelo contrário, se operar no
sentido de complacências ulteriores, dir-se-á que reconhecemos nossos
erros e isto empanará a auréola de infalibilidade do novo poder ou dirão
que tivemos medo e fomos obrigados a concessões que ninguém nos
agradecerá, porque as julgarão devidas... Num e noutro caso, ficaria
prejudicado o prestígio da nova constituição. Queremos que, no próprio
dia de sua proclamação, quando os povos estiverem mergulhados no terror
e na perplexidade, queremos que nesse momento, reconheçam que somos tão
fortes, tão invulneráveis, tão poderosos que não fazemos o menor caso
deles; que, não somente não daremos atenção às suas opiniões e aos
seus desejos, mas estaremos prontos e preparados, com indiscutível
autoridade, para reprimir qualquer expressão, qualquer manifestação
desses desejos e opiniões; que nos apoderamos de uma só vez de tudo o
que precisávamos e que, em caso algum, partilharemos com eles nosso
poder(1)... Então, fecharão os olhos e esperarão os acontecimentos.
Os
cristãos são um rebanho de carneiros e nós somos os lobos! E bem sabeis
o que acontece aos carneiros quando os lobos penetram no redil!
Fecharão
ainda os olhos sobre tudo o mais, porque nós lhes prometeremos restituir
todas as liberdades confiscadas, quando se aquietarem os inimigos da paz e
os partidos forem reduzidos à impotência.
É inútil
dizer que esperarão muito tempo esse recuo ao passado...
Para
que teríamos inventado e inspirado aos cristãos toda essa política, sem
lhes dar os meios de penetrá-la, para que, senão para alcançar
secretamente por não poder, como raça dispersa, alcançar diretamente?
(2) Isso serviu de base à nossa organização da franco-maçonaria
secreta(3), que ninguém conhece e cujos desígnios não são sequer
suspeitados pelos tolos cristãos, atraídos por nós ao exército visível
das lojas, a fim de desviar os olhares de seus próprios irmãos.
Deus
nos deu, a nós, seu povo eleito, a dispersão(4) e, nessa fraqueza de
nossa raça se encontra a força que nos trouxe hoje ao limiar do domínio
universal.
Resta-nos pouca coisa a edificar sobre esses alicerces _______________Notas
e comentários_______________
(1) Foi o que praticaram na Rússia:
apoderaram-se de tudo e fizeram o que quiseram sem dar satisfações a
ninguém. Segundo documenta Pemjean, no "La Maffia Judeo-Maçonnique",
págs. 227-231, a revolução bolchevista foi comanditada pelo
judeu-norte-americano Jacob Schriff, chefe da firma bancária Kuhn, Loeb
& Co., de Nova York, associado aos banqueiros judeus Felix Warburg e
Otto Kahn. Foi esse mesmo grupo de negocistas quem levou a presidência da
República seu testa de ferro Hoover, com o fito de estabelecer a
moratória do Plano Young, com o que, através da Alemanha humilhada, o
judaísmo encheu o papo. Cf. Valéry-Radot, "Les temps de la colère",
pág. 51. Os judeus Mortimer Schriff, irmão do banqueiro Jacob, Jeronimo
H Hanauer, Guggenheim, Max Braitung e Warburg Stockolm, da gazeta
novayorquina "Foward" ("Avante"), tomaram parte na
organização e financiamento da revolução bolchevista russa por intermédio
do judeu Bronstein que tomou o nome de Trostky.Tudo isso foi
revelado em abril de 1917 pelo judeu Paulo Warbug, despeitado por ter sido
posto fora do Federal Reserve Board. Ele fora amigo íntimo dos grandes
propagandistas do judaísmo: o rabino Magnés e Jacob Millikow. Gozara da
intimidade de Jacob Schriff. Tudo isso está comprovado por um documento
autêntico dos Estados Maiores Francês e Russo, de 1916, publicado por Léon
de Poncins em "Les forces secrètes de la Révolution", págs.
168-170.
(2) Essa política vem de muito longe, desde que
os próprios cristãos, obedecendo a sugestões, intrigas e idéias
maquiavélicas, quebraram a unidade do seu pensamento e de sua fé.
"Foi o espírito judaico que triunfou com o
protestantismo", afirma o judeu Bernard Lazare, "L'Antisémitisme",
vol I, pág. 225. "O espírito judaico que penetrou a reforma
trabalhou pelos judeus", diz o imparcialíssimo Georges Batault,
"Le problème juif", pág. 188, nota. "O puritanismo é o
judaísmo", diz Werner Sombart, "Die Juden und das
Wirtschaftsleben", cap. XI, pág. 252, Cf. VII, 255.
(3) A loja maçônica dos B'nai-Brith, só de
judeus, por exemplo.
(4) Nessa dispersão, o judeu, para se conservar
puro e unido, criou o ghetto, que os ignorantes atribuem as perseguições
dos cristãos. O imparcialíssimo Batault, op.cit. , pág.99,
afirma:"se os judeus foram encerrados em bairros especiais, é porque
foram os primeiros a desejar isso, o que seus costumes e convicções
exigiam". O judeu B. Lazare, op. cit. , pág 206, confirma: "
CAPÍTULO XII
Resumo.- Interpretação maçônica da palavra
"liberdade".
Futuro da imprensa no reino dos franco-maçons.
O controle da imprensa.As agências de correspondentes.
Que é o progresso para os franco-maçons?A solidariedade dos
franco-maçons na imprensa moderna. Excitação das exigências
"sociais"
provinciais. Infalibilidade do novo regime.
DEFINIREMOS da seguinte maneira a palavra
"liberdade", que pode ser interpretada de vários modos:
A liberdade é o direito de fazer o que a lei permite(1). Tal interpretação
da palavra liberdade nos tempos que vão vir fará com que toda liberdade
esteja nas nossas mãos, porque as leis destruirão ou criarão o que nos
for agradável, segundo o programa que já expusemos.
Com a imprensa, agiremos do seguinte modo. Que papel desempenha agora a
imprensa? Serve para acender as paixões ou conservar o egoísmo dos
partidos. Ela é vã, injusta e mentirosa e a maioria das pessoas não
compreende absolutamente para que serve(2). Nós lhe poremos sela e
fortes rédeas, fazendo o mesmo com todas as obras impressas, porque
de que serviria nos desembaraçarmos da imprensa, se servíssemos de alvo
à brochura e ao livro? Transformaremos a publicidade, que hoje nos custa
caro, porque nos permite censurar os jornais, em uma fonte de renda para
nosso Estado. Criaremos um imposto especial sobre a imprensa.
Exigiremos uma caução, quando se fundarem os jornais ou oficinas de
impressão. Assim, nosso governo ficará garantido contra qualquer ataque
da imprensa. Oportunamente, aplicaremos multas sem piedade. Selos, cauções
e multas darão enorme renda ao Estado.
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